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Cobertura fotográfica do 19o. Congresso Nacional do PPS

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Cobertura fotográfica do 19o. Congresso Nacional do Partido Popular Socialista, que aconteceu nos dias 23, 24 e 25 de março de 2018, para o site do partido. Veja algumas matérias ilustradas com as fotos:

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CONVERSAS #3: MARIANA ROTILI

Desde o tempo de fotolog, acompanho as fotos da Mariana Rotili. Nessa época, ela era adolescente e editava suas imagens no power point. Mas o talento para extrair as imagens do mundo já era visível. No princípio dos anos 2000, a Mari nem pensava em ser fotógrafa. O sonho de ser jornalista foi o que nos uniu.

No entanto, como uma boa aquariana, com ascendente em peixes, ela se deixou levar pelas águas e perdeu o jornalismo de vista. Já eu, como uma sagitariana, com ascendente em signo de terra, segui meu caminho como um cavalo com tapadeiras que não olha nem para o lado.

Porém, se o jornalismo, a história e outros sonhos foram ficando pelo caminho, a fotografia perseguiu a Mari por todas as águas em que ela navegou e que a levaram para o teatro. E eu, mesmo de longe, segui a acompanhar. Agora venho divulgar para vocês o trabalho lindo dessa artista no terceiro episódio de CONVERSAS.

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Resenha: Alair Gomes e Robert Mapplethorpe

Resenha da exposição Alair Gomes e Robert Mapplethorpe na Galeria Fortes D’Aloia e Gabriel, em São Paulo. A mostra fica em cartaz até 16 de setembro.

Esse é o primeiro vídeo da série Resenhas, em que trarei comentários sobre exposições, livros, filmes e outros assuntos ligados à arte.

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Camuflagem corporal

Por Karina Sérgio Gomes

Era verão de 1963 e o jovem Arno Rafael Minkkinen, 18 anos, aproveitou o dia de folga do trabalho como salva-vidas em um acampamento de escoteiros e viajou cerca de 30 km para assistir a 8 1/2, de Federico Fellini, em um cinema de Nova York. O surrealismo do clássico do cinema italiano e mundial influenciaria para sempre o jovem imigrante finlandês, que na época sonhava em escrever um grande romance americano, ideia que caiu por terra ao descobrir, aos vinte e poucos anos, que “queria ser um artista de si mesmo”. Ou seja, fazer ousados autorretratos mimetizando seu corpo em paisagens inóspitas ou em situações inusitadas. “A câmera me trouxe a possibilidade de escrever esse romance com imagens em vez de palavras”, diz.

Minkkinen nasceu na Finlândia em 1945 e mudou-se com a família para os Estados Unidos em 1951. As primeiras fotos que fez, segundo ele, eram as mesmas que via nas revistas e propagandas, que retratavam cavalos, vacas, cidades, pessoas… “Quando as imagens entravam no meu visor, deveria pensar nelas da mesma forma que tinham me ensinado a escrever na escola, quando estudei Hemingway: fazê-la de modo curto, simples e com frases extremamente elegantes”, lembra.

A fim de encontrar um estilo e aprimorar o seu conhecimento fotográfico, ele tentou entrar três vezes na escola Rhode Island School of Design até ser aceito em 1971. Para saber com quem poderia estudar, o jovem foi ao Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) para olhar os trabalhos dos fotógrafos que lecionariam naquele ano. E o time não poderia ser melhor: Robert Frank, Bruce Davidson, Aaron Siskind, Paul Caponigro e Diane Arbus.

Minkkinen aprendeu um pouco sobre cada um, mas ficou estupefato com o trabalho de Arbus. Inscreveu-se então para assistir às suas aulas, que infelizmente não ocorreram: Arbus morreu em julho daquele ano. Quem a substituiu no semestre foi John Benson, que ao ver as fotos do jovem fotógrafo disse sorrindo: “Pegue um dia de folga”. Minkkinen seguiu o conselho do professor e não fez nada na quarta-feira. Quando acordou na quinta pela manhã, produziu o primeiro autorretrato com seu corpo totalmente nu refletido em um espelho num gramado. “Hoje, quase meio século após ter feito essa foto, olho para ela e percebo que pouca coisa mudou na maneira como faço as minhas imagens”, diz.

O fascínio pelas paisagens se deu quando Minkkinen fez uma viagem para a Finlândia em 1973. Aquela era a primeira vez que ele voltava para a terra natal desde que havia emigrado com os pais para os Estados Unidos. “As memórias da infância saltaram na minha mente. Não conseguia acreditar quão lindos eram os lagos e florestas da Finlândia. Ainda não era um fotógrafo profissional, mas aquelas imagens passaram a fazer parte das minhas referências visuais”, lembra.

Depois que se formou, ele foi convidado para dar aula na Universidade de Arte e Design de Helsinki, capital finlandesa, onde ministra algumas aulas até hoje, embora atualmente esteja baseado em Massachusetts (EUA), onde leciona na University of Massachusetts Lowell . Nesse período, sua relação com a natureza se aprofundou, concretizando o trabalho de autorretrato inserido nas paisagens. “Minhas primeiras imagens feitas na Finlândia me confirmaram a santidade da nudez. A nudez essencial que rodeia tudo na natureza nos rodeia também”, escreveu no livro Homework: The Finnish Photographs, frase que sintetiza bem todo o seu trabalho.

Confiar na câmera

Embora o fotógrafo diga que continua a fazer imagens do mesmo jeito que fazia quando começou, o grau de dificuldade dos autorretratos foi aumentando. Imerso na água, à beira de um penhasco, em cima de árvores, enterrado na neve… E ele os faz, em 99% das vezes, sozinho. O único assistente é um tripé. “Muitos autorretratos são difíceis de realizar. Alguns podem até ser perigosos. E não quero ter alguém correndo riscos e assumindo perigos. Nós sabemos o quanto podemos tolerar de dor e nos arriscar, mas não sabemos o que o outro pode aguentar. Algumas das minhas fotos podem parecer simples, porém, na realidade, elas testam qual é o limite do corpo humano”, explica.E o segredo para realizá-las é confiar no que a câmera está vendo.

O primeiro equipamento de Arno Minkkinen foi uma Linhof 4×5 herdada do pai. “Era como dirigir uma Ferrari sem ter carteira de motorista”, brinca. De meados dos anos 1960 até o começo da década seguinte, ele foi redator em uma agência de publicidade. E calhou de trabalhar para a marca Minolta, para a qual criou o slogan: “O que acontece dentro de sua mente pode acontecer dentro de uma câmera”, e acabou se apaixonando por fotografia. Devido a esse envolvimento com a marca, Minkkinen tinha à sua disposição lentes e câmeras da Minolta.

Com uma Minolta SRT 101 fez os primeiros trabalhos. Ele usou ainda uma Minolta Autocord, uma Pentax 6×7 com empunhadura de madeira até se render aos equipamentos digitais. Hoje usa uma Canon DSLR profissional.

Nove segundos

Se para muitos fotógrafos uma imagem surge a partir de um assunto, para Minkkinen, só começa quando ele pode ser o tema. “Componho a foto no visor. A partir da cena, imagino como posso me inserir nela depois. Uma vez que já tenho tudo planejado, o mecanismo acionado é o auto-timer”, diz. Em média, o fotógrafo tem apenas 9 segundos para se posicionar antes de a câmera disparar. Nos trabalhos em que precisa ficar debaixo d’água ou se enterrar na neve, costuma levar um disparador remoto para ganhar um pouco mais de tempo para posar. “Mas seja qual for a metodologia que eu escolha, tenho de imaginar o que a câmera vai capturar quando for acionada”, ressalta.

Metade do resultado é de responsabilidade dele, e a outra metade é do equipamento. “Aprendi a confiar no que a câmera e a lente enquadram no momento do disparo. O que foi capturado é o que o espectador verá”, resume, alertando para o fato de que não há manipulação em suas fotos. Antes, ele precisava esperar cerca de duas semanas para saber o resultado. Hoje, com o equipamento digital, essa surpresa foi antecipada para minutos depois da execução. Contudo, para Minkkinen a emoção é a mesma. “A esperança e a apreensão não mudaram. É sempre tão emocionante, e essa emoção é a força motriz que me mantém trabalhando durante esses 45 anos”, diz o fotógrafo finlandês.

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Vivian Maier: Uma Baba Quase Perfeita

Ela foi descoberta por acaso e comparada a grandes mestres da fotografia. Sua obra chegou ao público por meio de livros e um documentário que concorreu ao Oscar

Por Karina Sérgio Gomes

Na década de 1960, Vivian Maier passeava pelas ruas de Chicago com uma Rolleiflex pendurada no pescoço. Os registros que fazia da cidade são considerados, hoje, do mesmo nível de fotógrafos como Walker Evans, Robert Frank e Diane Arbus. O que diferencia Vivian desses grandes mestres é o fato de ela ter passado a vida toda no anonimato. Nos anos em que disparava sua Rolleiflex para captar flagrantes das ruas do noroeste de Chicago, Vivian Dorothea Maier ganhava a vida trabalhando como babá.

Todo o trabalho fotográfico dela continuaria desconhecido se não tivesse sido encontrado ocasionalmente pelo corretor de imóveis e historiador John Maloof, que revelou ao público parte do acervo dessa fotógrafa até então desconhecida.

O trabalho dela rendeu o documentário A Fotografia Oculta de Vivian Maier, que concorreu ao Oscar de 2015. E com o material foram produzidos três livros: Vivian Maier – Uma fotógrafa de rua (publicado recentemente no Brasil pela Editora Autêntica), Vivian Maier: Self-Portraits (que reúne os muitos autorretratos da babá) e Vivian Maier: Out of Shadows (a biografia dela). E Maloof promete mais uma publicação com fotos de Vivian até o fim de 2014.

MATERIAL ACHADO AO ACASO

Maloof tinha 26 anos e presidia a Associação de Preservação Histórica do setor noroeste de Chicago. Procurava por material iconográfico da região para elaboração de um livro, cujo objetivo era promover o local no mapa imobiliário da cidade. Para conseguir isso, Maloof dedicava algumas horas a pesquisas em antiquários. Certa vez, em 2007, encontrou uma caixa com velhos negativos e fotografias de cenas urbanas de 1960, na casa de leilões e móveis antigos RPN (iniciais dos donos da empresa Roger, Paul e Nancy). Arrematou a caixa com 30 mil negativos e 1.600 rolos de filmes não revelados por US$ 400.

Em casa, analisando o que tinha comprado, viu que as imagens não correspondiam com a região que estava pesquisando e deixou o material guardado em um armário por cerca de um ano. Até que um dia resolveu olhar novamente e, mesmo sem nenhum conhecimento sobre fotografia, ficou impressionado com a qualidade das fotos feitas por Maier. Flagrantes de cenas urbanas, retratos de crianças e transeuntes – sensíveis registros da vida cotidiana de Chicago nos anos de 1950 e 1960.

Ficou curioso e fez uma busca na internet digitando o nome que tinha nas etiquetas dos envelopes que continham na caixa: Vivian Maier. Nada foi encontrado. Nem mesmo na gigantesca base de dados do Google havia qualquer vestígio de quem era aquela mulher.

NOTÍCIA DA MORTE NO JORNAL

A primeira notícia que encontrou sobre a fotógrafa veio apenas no ano seguinte, em 23 de abril de 2009, ao ler no jornal Chicago Tribune a nota de pesar: “Vivian Maier, francesa de origem e moradora de Chicago nos últimos 50 anos, faleceu em paz na segunda-feira. Foi uma segunda mãe para John, Lane e Matthew. Sua mente aberta tocou a todos que a conheceram. Sempre pronta a dar sua opinião, um conselho, uma ajuda”. Aquela pequena nota foi como uma faísca em um baú de pólvora e transformou a vida de Maloof.

Ao procurar pelos nomes encontrados no anúncio fúnebre, descobriu que John, Lane e Matthew Gensburg eram irmãos e Vivian Maier fora babá deles por 17 anos – profissão que exerceu por 40 anos também nas cidades de Nova York e Los Angeles. Na casa dos Gensburg nunca se desconfiou de que Vivian fotografava nas horas livres e, às vezes, quando saía para passear com as crianças. Os filmes eram revelados em um banheiro transformado em laboratório.

Tudo o que Maloof descobriu a partir dessa primeira pista foi que Maier nasceu em Nova York em 1926, era filha de pai austríaco e mãe francesa, que se separaram quando ela ainda era um bebê. Maier morou na França, na cidade de Saint Julien-en-Champsaur, parte da infância e adolescência, onde também provavelmente começou a fotografar com a câmera amadora Kodak Brownie.

Ninguém sabe ao certo como ela aprendeu fotografia. Mas quando voltou para Nova York, em 1951, aos 25 anos, passou a fotografar compulsivamente – e também deu início à vida dupla de babá e fotógrafa diletante.

Quando se aposentou e passou a viver em uma casa de repouso, todos os seus pertences, inclusive o material fotográfico, foram guardados em um desses depósitos particulares. Depois de um tempo, Vivian deixou de pagar o aluguel e foi assim que as três Rolleiflex (3.5T, 3.5F e 2.8C), uma Leica IIIC, uma Ihagee Exakt,uma Zeiss Contarex, além de chapéus, roteiros de viagens, cartas, recortes de jornais sobre crimes da cidade, um gravador e um par de sapatos vermelhos e muitos rolos de filmes foram parar em casas de leilão.

REVELAÇÃO E AMPLIAÇÃO DAS FOTOS

Cinco meses depois de descobrir um pouco sobre a vida da personagem e que aquela fotógrafa genial não passava de uma simples babá, pensou: “O que devo fazer com essa coisa toda?”. A fim de compartilhar sua angústia, criou um grupo de discussão no Flickr, rede social voltada para fotógrafos, em que contava como tinha adquirido as imagens e dava o link de um blog que tinha criado para mostrar as fotos de Maier.

Como Maloof não tinha conhecimento de fotografia, perguntava aos membros do grupo: “Esse tipo de material tem qualidade suficiente para uma mostra? Ou um livro? É comum esse tipo de obra surgir assim do nada? Qualquer dica será bem-vinda”. Foram 752 respostas recebidas com dicas e sugestões do que fazer com o material. A maioria delas era confirmando a qualidade das fotos feitas pela babá.

Obcecado pela personagem, largou o ofício de corretor de imóveis e historiador para estudar fotografia, principalmente o trabalho de Maier. Transformou o sótão de sua casa em um laboratório para revelar as centenas de rolos de filmes deixados por ela – que conseguiu arrematar em outros lotes da casa de leilão.

NO RASTRO DE BABA-FOTÓGRAFA

Ao analisar os negativos e as folhas de contato, Maloof descobriu que Vivian não fotografava ao acaso. Ele ficou surpreso ao descobrir que ela conseguia captar com precisão uma cena com apenas um clique. Seguindo todos os rastros, o pesquisador encontrou outras famílias para as quais Vivian trabalhou. Soube que a fotógrafa não aceitava trabalhar em locais muito longe do centro da cidade – onde ia para fazer os registros –, que tinha personalidade reservada e só se aproximava das pessoas com um intuito: fotografar.

Algumas das pessoas que conheceram Maier e a viam caminhar com a câmera pendurada no pescoço acreditavam que a babá fazia apenas tipo e que a Rolleiflex deveria estar sem filme. Mas ela era uma fotógrafa compulsiva. A coleção de Maloof tem mais de 3 mil fotos impressas, 150 mil negativos, centenas de rolos não revelados e filmes de 8 mm.

Outro colecionador que detém uma parte da obra de Vivian é Jeffrey Goldstein, dono de 16 mil negativos, 1.500 slides e mais 30 curtas de 8 mm. De acordo com o pesquisador, quando Maier ia comprar material fotográfico, sempre se apresentava com um nome diferente.

Ela não se casou nem teve filhos. Segundo Geoff Dyer, que assina o prefácio de Vivian Maier – Uma fotógrafa de rua, a fotógrafa é um caso extremo de descoberta póstuma: “alguém que só existe unicamente das coisas que viu”.

E Maier não viu apenas cenas de Chicago. A fotógrafa viajou por vários lugares do mundo. Em 1951, no ano em que voltou para os Estados Unidos, visitou Cuba e o Canadá. Sete anos depois, fez uma viagem de quase três meses pelas Américas Central e do Sul – passando inclusive pelo Brasil, onde visitou São Paulo, Rio de Janeiro e a Amazônia. No ano seguinte, em 1959, fez uma viagem longa, de seis meses, pela Europa, Oriente Médio e Ásia.

UMA MERECIDA FAMA PÓSTUMA

Embora o trabalho de Vivian Maier não tenha sido reconhecido em vida (aliás, longa, pois ela morreu no centro de Chicago, em 2009, aos 83 anos, depois de ter escorregado e batido a cabeça), na primeira exposição em que Maloof conseguiu exibir as fotos da babá, em 2011, o crítico David W. Dunlap escreveu um longo artigo no jornal The New York Times, em que dizia: “Trata-se de uma das fotógrafas de rua mais sagazes dos Estados Unidos. As paisagens urbanas da senhorita Maier conseguem captar ao mesmo tempo a forte marca local e os momentos paradoxais que dão à cidade seu pulso. As pessoas em seus frames são vulneráveis, nobres, derrotadas, orgulhosas, frágeis, ternas e, não raro, bem cômicas”.

E o que se tem acesso hoje – três livros e um documentário de 84 minutos – é apenas a pontinha do iceberg dessa intrigante personagem que fazia interessantes autorretratos mirando-se em espelhos pela cidade. Maloof ainda tem um longo trabalho pela frente e, certamente, mais boas descobertas dessa grande fotógrafa que se escondia na simplicidade de uma babá.

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fotojornalismo: informação e arte

[Reportagem para o programa Edição Extra*]

Fotojornalismo – Informação e arte from Karina Sérgio Gomes on Vimeo.

O fotógrafo Cristiano Mascaro, o editor de fotografia d’O Estado de S. Paulo, Eduardo Nicolau, e o pessoal da Cia de Foto falam sobre fotografia, jornalismo, arte e o uso do photoshop.

*Edição Extra é o único programa-laboratório do país apresentado em TV aberta. Durante 30 minutos são apresentadas reportagens sobre as novidades e os bastidores da comunicação brasileira. É transmitido pela TV Gazeta todo primeiro domingo de cada mês às 00h00, logo depois do Mesa Redonda.

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Reportagens e perfis para a revista Fotografe Melhor, da Editora Europa. Veja as matérias publicadas aqui.

 

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