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Taísa, de 13 anos, brilha nas quadras em projeto patrocinado pelo Itaú

[Reportagem para o site do banco Itaú]

O Itaú acredita em jovens talentos do esporte, por isso patrocina o Instituto Tênis há três anos e ajuda jovens atletas, como Taísa

Em uma academia em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, jovens atletas do tênis treinam diariamente. Eles fazem parte do Instituto Tênis, uma instituição sem fins lucrativos criada em 2002 e patrocinada pelo Itaú desde 2010. A instituição apoia o tênis nacional, concedendo bolsas a atletas talentosos que não têm condições financeiras de realizar treinamentos e participar de campeonatos. Já passaram por lá nomes como Bia Maia, que apareceu no ranking das 80 melhores tenistas juvenis do mundo em 2012.

Taísa Pedretti, 13 anos, também treina no Instituto Tênis. A adolescente começou a praticar o esporte aos 7 anos, por hobby. “Meu pai jogava no clube perto de casa e eu sempre ficava assistindo. Um dia, pedi para jogar também”, lembra. “Eu fazia ainda aula de natação e futebol, mas gostava mais de tênis.”
Seu professor no clube logo percebeu o talento da garota e a incentivou a fazer um teste no Instituto Tênis para ter mais condições de competir dentro e fora do país. Os candidatos à bolsa, que têm entre 12 e 18 anos, passam por uma avaliação técnica, física e psicológica.

A bolsa lhes garante todo apoio técnico, com treinadores e psicólogos, além de uniforme, tênis, equipamento e financiamento de passagens e hospedagem para participar dos torneios. Ao todo são distribuídas 14 bolsas por ano.

“Novos Gugas”

Taísa entrou para o Instituto no ano passado e já vem dando resultado. Ela é a primeira no ranking brasileiro de tenistas com idade entre 13 e 14 anos. E para isso se esforça muito.

“Sempre chego em casa por volta das nove da noite”, conta a menina, que treina diariamente por quatro horas. E se você pensa que ela vai descansar, está enganado. “Eu ainda estudo e faço as lições da escola.” Como não tem muito tempo para estudar, Taísa diz que sempre presta muita atenção às aulas para fixar o conteúdo.

Quando questionada se um dia já pensou em ser outra coisa, ela responde contundente: “Não, eu sempre quis ser tenista. Eu quero ser uma atleta profissional”. Apesar de ainda ser uma menina, de unhas e pulseiras coloridas, Taísa é muito madura em relação ao seu futuro profissional. “O tênis me deu disciplina. E praticar esportes ajuda a gente a não ser preguiçoso e a correr atrás do que quer”, diz.

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Quem pedala vai mais longe

[Perfil para o blog do Itaú, no site do prêmio Trip Transformadores, sobre pessoas que a instituição ajudou a transformar suas vidas.]

Dez anos atrás, a vida do carioca Marcelo Coutinho Luz, 42, não era nada fácil. Naquela época, para sustentar a família, ele trabalhava como recreador em hotéis e colônias de férias e dava aula de capoeira – atividade que pratica há 18 anos. As três ou quatro horas que sobravam do dia, ainda passava malhando na academia, para manter o físico aprumado.

Tudo mudou, no entanto, quando ele conheceu um adestrador de cães. Logo de cara, o profissional percebeu que Marcelo levava jeito com os animais, e Marcelo decidiu tentar. Aprendeu a tarefa e recebeu indicações de clientes. Mas, com o novo oficio, ganhou também um desafio: como chegar à casa dos fregueses para pegar os cachorros, já que morava na zona norte do Rio e os clientes na zona sul, a cerca de 30 quilômetros de distância?

“Eu achava que o melhor caminho era ir de bicicleta à casa de uma prima que morava em Ipanema, deixar a bike lá e fazer os trajetos até os clientes de ônibus”, diz. Apesar de ter um bom físico, Marcelo já chegava arrebentado para caminhar com os cachorros. Decidiu, então, inverter o caminho: ir de ônibus até a zona sul, levando a bicicleta para visitar os fregueses. “Eu economiza um bom tempo, mas era muito difícil achar um lugar para estacionar a bike. E ainda corria o risco de roubarem.”

De laranjinha

Em 2011, Marcelo conheceu o Bike Rio – um projeto de aluguel de bicicletas desenvolvido pela prefeitura da capital carioca em parceria com o Itaú e o sistema de bicicletas SAMBA. “Fiz o cadastro no site para usar o equipamento por um mês para ver se tinha alguma vantagem”, fala.

As laranjinhas, como as bikes foram apelidadas no Rio, conquistaram Marcelo. Ele passou a usá-las para fazer todo o trajeto até a casa dos clientes, sem depender de transporte público. No final das contas, passou a economizar duas horas de trajeto. “Aproveitei para pegar mais um cliente e reforçar o orçamento”, conta.

Hoje, não se preocupa mais com o estacionamento da bicicleta, nem com risco de roubo, porque é só devolver o equipamento emprestado nas estações do Bike Rio. “Também não preciso mais ir à academia”, afirma, satisfeito com o corpo malhado no vaivém das pedaladas.

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Um novo modelo de negócio

[Perfil para o blog do Itaú, no site do prêmio Trip Transformadores, sobre pessoas que a instituição ajudou a transformar suas vidas.]

O carioca Maurício da Silva Votre, 35 anos, é formado em publicidade e trabalhou durante cinco anos na área. Cansado do rumo que sua carreira tomava, decidiu fazer um curso de guia de turismo. “Fiz isso já pensando em mudar de profissão”, diz.

Quando seu irmão voltou para o Brasil depois de cerca de três anos morando na Inglaterra, a vontade de empreender ganhou ainda mais força. “Ele é técnico em turismo e chegou animado em criar um negócio próprio”, conta. Somados os dois desejos, em 2006, eles montaram a DNAventura, uma agência de turismo focada em roteiros de ecoturismo no Rio de Janeiro.

No entanto, os dois patinavam um pouco na administração do negócio, por não terem uma formação prática na área administrativa. “Tudo o que a gente fazia era na base da tentativa e erro”, fala Maurício. Atentos às notícias do mundo dos empreendedores, descobriram uma boa oportunidade para mudar: o projeto Extreme Makeover, realizado pela Editora Globo em parceria com o Itaú, que ajuda empresas a gerirem melhor suas finanças e a usarem melhor a tecnologia em prol de seu sucesso.

Tempo de mudanças

Os irmãos embarcaram no projeto em 2011, acreditando que, dali, poderiam surgir ideias para alavancar os negócios da empresa. Depois de seis meses na experiência, Maurício percebeu que sua agência de turismo precisava de uma ação de marketing mais ativa. “Começamos a ligar para as empresas nos apresentando e também marcávamos reuniões para oferecer os nossos produtos e formar parcerias”, conta.

Esses contatos ajudaram os empresários a enxergarem outro tipo de cliente, os corporativos. “Criamos alguns roteiros para as empresas realizarem com seus funcionários”, conta Maurício. “A ideia é levá-los para algum lugar da cidade em que fiquem em contato com a natureza e, lá, participem de uma série de atividades que estimulem a liderança, por exemplo”, explica.

Com esse novo foco, a rentabilidade da agência aumentou. “Antes, demorávamos meses para conseguir atender 80 pessoas. Com nossos clientes corporativos, conseguimos essa marca em um mês”, diz Maurício. Outro plano dos empresários é investir mais em roteiros para turistas estrangeiros. “O Rio está sendo muito procurado por essas pessoas. E não podemos perder essa oportunidade.”

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Esporte para todos

[Perfil para o blog do Itaú, no site do prêmio Trip Transformadores, sobre pessoas que a instituição ajudou a transformar suas vidas.]

Edson Muniz, 35 anos, nasceu em Cruz, no interior do Ceará. Durante a sua infância, era raro ser escolhido para integrar os times de futebol do colégio. “Eu só jogava se fosse o dono da bola”, diz. Depois de adulto, aos 26 anos, decidiu cursar a faculdade de educação física. “Eu queria ajudar quem não era bom nos esportes, como eu”, conta.

Edson, no entanto, não conseguia traduzir esse pensamento nas aulas. Nos dias de capoeira, por exemplo, o professor queria que todos os seus alunos se aplicassem e se saíssem bem, até os menos habilidosos. E ficava angustiado quando alguém não se interessava. “Eu queria que todos eles tivessem ritmo. Como se tivessem nascido para aquilo”, diz.

Em 2009, foi contratado pela prefeitura de Cruz e começou a dar aula na Escola de Ensino Médio São Francisco da Cruz. Lá, foi indicado para fazer um curso no Instituto Esporte & Educação, que ensina aos professores de educação física a metodologia do esporte educacional, cuja finalidade é formar um cidadão crítico, criativo e protagonista por meio do esporte.

Conhecimento e prática

Em 2011, Edson deu mais um grande passo. Junto com a prefeitura, coordenou a Caravana do Esporte, uma ação que visa garantir o direito da criança à atividade física. Organizada pelo canal ESPN, pelo Instituto do Esporte & Educação, pela UNICEF e patrocinada pelo Itaú, a Caravana se instala na cidade durante sete dias e monta uma arena em espaço cedido pela prefeitura. Durante essa semana, cerca de 250 professores recebem uma formação sobre o que é o esporte educacional e depois repassam os conceitos aos três mil alunos que passam por ali.

Passada a experiência, Edson ainda não estava satisfeito: “Eu queria participar mais, me envolver com a meninada”, fala. Três meses depois, o professor ficou sabendo que teria uma edição da Caravana em Assaré, também no Ceará. Ele cruzou o estado, viajando 700 quilômetros, para participar da ação. “Eu sabia que era importante receber a formação da Caravana para melhorar as minhas aulas.”

Tanto empenho realmente impactou nas aulas de Edson. Ele conseguiu despertar maior interesse de seus alunos pelo esporte. Antes, apenas seis estudantes participavam de suas aulas. Hoje, são mais de vinte. “Primeiro, eu converso com eles para entender o que sabem. Depois, eu os ajudo a explorarem o seu melhor”, conta. “As aulas ficaram muito mais prazerosas porque todo mundo participa.”