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REGINA SILVEIRA – ANTES DAS SOMBRAS. O INÍCIO DA CARREIRA DA ARTISTA QUE PENSAVA SER PINTORA

Artigo apresentado no XIII Encontro de História da Arte, que aconteceu no IFCH em outubro de 2018:

REGINA SILVEIRA – ANTES DAS SOMBRAS. O INÍCIO DA CARREIRA DA ARTISTA QUE PENSAVA SER PINTORA

Resumo:

Foi na juventude que Regina Silveira descobriu seus dotes artísticos. No começo, dedicou-se ao desenho, pintura e gravura. As primeiras obras guardam as marcas do gesto da artista que sonhava ser pintora. O presente artigo apresenta o contexto histórico em que Regina Silveira teve suas primeiras lições de arte e a promissora carreira dentro da pintura que se desenhava no cenário conservador porto-alegrense das décadas de 1950 e 1960. As aulas mais arrojadas com o pintor Iberê Camargo trouxeram um frescor para a produção a artista, que vinha de um ambiente acadêmico tradicional fechado ainda muito preso na figuração e conceitos clássicos.

O artigo completo foi publicado nos anais do evento no ebook presente no link: eha2018REGINASILVEIRA

ISBN 978-85-86572-79-1

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CONVERSAS – KATIA FIERA

No CONVERSAS #4, a artista visual Kátia Fiera fala sobre como é o seu processo criativo, sua relação com a cidade, livros de artistas e suas experimentações com o desenho que estão ganhando cada vez dimensões maiores.

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CONTEÚDO Novidades Revista Revista da Gol

Pinceladas – Revista GOL

Ei você que está viajando de @voegoloficial, aproveite para ler essa conversa com três pintores de diferentes gerações, mediada por essa que vos escreve.
Julia Szabó, Paulo Pasta e Dudi Maia Rosa conversam sobre o ofício e os desafios de ser artista.

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CONVERSAS #3: MARIANA ROTILI

Desde o tempo de fotolog, acompanho as fotos da Mariana Rotili. Nessa época, ela era adolescente e editava suas imagens no power point. Mas o talento para extrair as imagens do mundo já era visível. No princípio dos anos 2000, a Mari nem pensava em ser fotógrafa. O sonho de ser jornalista foi o que nos uniu.

No entanto, como uma boa aquariana, com ascendente em peixes, ela se deixou levar pelas águas e perdeu o jornalismo de vista. Já eu, como uma sagitariana, com ascendente em signo de terra, segui meu caminho como um cavalo com tapadeiras que não olha nem para o lado.

Porém, se o jornalismo, a história e outros sonhos foram ficando pelo caminho, a fotografia perseguiu a Mari por todas as águas em que ela navegou e que a levaram para o teatro. E eu, mesmo de longe, segui a acompanhar. Agora venho divulgar para vocês o trabalho lindo dessa artista no terceiro episódio de CONVERSAS.

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CONVERSAS #2: RENATO PERA

No episódio #2 de CONVERSAS, o artista visual Renato Pera fala sobre por que escolheu as artes visuais, suas referências e a relação do seu trabalho com a arquitetura. VEJA O VÍDEO COMPLETO EM https://youtu.be/jnaaISayZpY

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Novidades Web

Documentário dá merecido destaque ao talento da escultora Maria Martins

[Colaboração para o site Mulher no Cinema]

No hall de um cinema paulistano, minutos antes da pré-estreia de Maria: Não Esqueça que Venho dos Trópicos, o que se ouvia era: “aquela que foi amante do Duchamp”. Esta é uma das poucas informações (quando não a única) que a maioria das pessoas conhece sobre a escultora Maria Martins (1894-1973), tema de documentário que estreia nesta quinta-feira (16).

No entanto, a artista foi muito mais. Sua escultura traz ineditismos e um frescor nos temas referentes ao desejo e ao sexo feminino que foram pouco explorados em obras da época. Além do bronze, foi uma personalidade importante nos bastidores de grandes instituições de arte e chegou a entrevistar o líder chinês Mao Tsé-Tung (1893-1976). Por isso e pelo enorme talento ainda pouco divulgado de Maria Martins, e neste momento em que discutimos o papel das mulheres do mundo, o documentário de Francisco Martins e Elisa Gomes se faz necessário.

A vida da artista é reconstituída por meio de entrevistas com críticos, pesquisadores e curadores brasileiros e estrangeiros, leitura de livros, cartas e entrevistas, falas de conhecidos e familiares da artista. Da infância ao primeiro “escândalo” – o fim de seu primeiro casamento com o historiador Octávio Tarquínio de Sousa (1889-1959), em 1920, para se casar com o embaixador Carlos Martins (1884-1965), o que lhe custaria a guarda de sua primeira filha e lhe daria liberdade para ser artista -, o longa trata ainda do contato inicial de Maria com a escultura; sua influência nos bastidores nas curadorias das duas primeiras Bienais de São Paulo e também para a concepção do acervo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; a construção das obras públicas que realizou em Brasília e, claro, seu relacionamento com Marcel Duchamp (1887-1968).

Sendo Maria tão influente e nascida no mesmo ano – 1894 – do célebre escultor modernista Victor Brecheret, por que não se estuda o trabalho da artista nas aulas de arte nas escolas? Porque, como diz a curadora e pesquisadora Verônica Stigger, a escultora “correu pela margem”. Quando veio para o Brasil com suas obras sobre mitos da Amazônia, os artistas brasileiros já estavam navegando contra a ideia de identidade nacional. O maior crítico daquele momento era Mário Pedrosa, que dizia que o grande problema de Maria era ter personalidade demais.

No entanto, em Nova York ela expôs ao lado de grandes nomes, como Piet Mondrian (1872-1944). Durante o período em que morou nos Estados Unidos, teve uma intensa e frutífera relação com Marcel Duchamp. A artista não só serviu de modelo para Étant donnés, a última e uma das célebres obras do pai do ready made, como era sua fonte de inspiração e uma importante interlocutora: trocava com ele informações sobre arte e técnicas de escultura.

Se Maria era esse personagem estranho no cenário da arte brasileira, os diretores também inseriram no documentário um elemento desconectado. Depois de cenas de arquivo em que a própria Maria Martins aparece, quem surge é a atriz Malu Mader. Aí, você se pergunta: por quê? Por quê? Por quê? Porque ela quis.

Durante o lançamento do livro Maria, da Cosac Naïfy, em 2010, a atriz descobriu que havia uma artista plástica que era sua xará. Quando entrou em contato com a família da escultora, pedindo para fazer algum projeto, o documentário já estava em produção. Pois ela entrou no comboio e sentou na janelinha. Para brasileiros que conhecem mais a Maria de Lourdes Mader do que a Maria de Lourdes Martins, ficam algumas interrogações: o que ela está fazendo no filme? Será que é parente? Será que fez alguma grande descoberta? Será que também é escultora? Não, ela está lá apenas porque quis participar.

O bom é que a atriz não aparece muito, e a vida e a obra de Maria Martins se sobressaem nos 81 minutos. De acordo com a biógrafa Graça Ramos, a artista é como um lusco fusco: ora aparece, ora some do cenário das artes e da cultura nacional. Espera-se que, com esse documentário, a escultora entre de vez para a história com o devido destaque. Como diz o crítico e curador Paulo Herkenhoff, foi ela quem fez a escultura mais radical no Brasil do século 20, e sua obra trata de temas como a nudez e a sexualidade muito antes da escultora francesa Louise Bourgeois (1911-2010).

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artefato.k

Blog criado em 2007 para comentar sobre as minhas afetividades culturais, idas ao teatro, filmes, visitas a exposições, livros, música e shows.

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Áudio Outros Projetos

Manuel Bandeira, 50 poemas escolhidos pelo autor

Comentário sobre o livro “Manuel Bandeira, 50 poemas escolhidos pelo autor” com áudio do poeta lendo algumas de suas poesias.

Gilberto Gil – Show Máquina de Ritmos

Comentário sobre o show de Gilberto Gil, Máquina de Ritmos e Concertos de Cordas, no Vivo Rio, dia 18 de maio de 2013.

O papel da galeria de arte

O mercado de arte anda de ponta cabeça. O artista Demien Hirst faturou cerca 140 milhões de euros no leilão da Sotheby’s. Outro artista britânico, Adam Neate, cujas telas são vendidas por US$ 1,5 mil a US$ 7,5 mil, distribuiu mil trabalhos seus pelas ruas de Londres. Enquanto isso, no Brasil, a tela O Mágico, da artista brasileira Beatriz Milhazes, atingiu a marca de 1 milhão de dolares, vendido para o mesmo comprador de Abaporu, o argentino Eduardo Costantini. E a galeria Choque Cultural foi alvo de um protesto contra o mercado de arte. Integrantes do movimento “PiXação: Arte Ataque Protesto”, liderados por Rafael Guedes Augustaitiz (aquele mesmo da Bienal), invadiram a galeria e picharam as paredes, quadros e objetos em exposição.

E por conta desses acontecimentos, entrevistei o Ricardo Trevisan, da Casa Triangulo, e a artista plástica Raquel Kogan, para saber, qual é o papel de uma galeria.

Entrevista com Hilton Acioli sobre jingles políticos

Quem não se lembra da clássica música de campanha de Jânio Quadros, Varre, varre Vassorinha? A repórter Karina Sérgio Gomes entrevistou Hilton Acioli, autor do famoso Lula lá, e relembra vários jingles que marcaram época.

Entrevista com Gabriela Erbetta

Nessa entrevista a editora do Guia Quatro Rodas, Gabriela Erbetta, dá dicas para aproveitar bem uma viagem, fala sobre os lançamentos do 101 Viagens Românticas e do Guia Brasil 2008.

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Curadoria Novidades Outros Projetos

Vestígios – memória e registro de performance e site specific

A mostra Vestígios – memória e registro da performance e do site specific, elaborada pelos alunos do curso Laboratório de Curadoria, ministrada por Tobi Maier, foi composta a partir de obras do acervo do MAM e de sua biblioteca, que fossem classificadas como performance ou site specific e tivessem o corpo como suporte.

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Edição Extra Faculdade Cásper Libero Novidades Vídeo

Sérgio Romagnolo – O corpo denso da imagem

[Reportagem para o programa Edição Extra*]

sérgio romagnolo – o corpo denso da imagem from Karina Sérgio Gomes on Vimeo.

 

sérgio romagnolo – o corpo denso da imagem from Karina Sérgio Gomes on Vimeo.

O artista plástico Sérgio Romagnolo fala de sua exposição O Corpo Denso da Imagem e das referências em seu trabalho.

*Edição Extra é o único programa-laboratório do país apresentado em TV aberta. Durante 30 minutos são apresentadas reportagens sobre as novidades e os bastidores da comunicação brasileira. É transmitido pela TV Gazeta todo primeiro domingo de cada mês às 00h00, logo depois do Mesa Redonda.