Curadoria e Pesquisa

Eu já tive a oportunidade de fazer a curadoria de uma exposição no MAM-SP. Foi quando eu descobri que uma vida inteira selecionando trechos para colocar num texto, fotos para ilustrar uma página e fontes para conversar foi imprescindível para ajudar o grupo de curadores a encontrar um caminho para a mostra. Percebi que a capacidade de edição do jornalista pode ser chamada de curadoria.

Eu posso fazer isso em diferentes lugares e formas: escolher os convidados para uma mesa de discussão do seu evento, selecionar fotos para você colocar nas redes sociais da sua empresa, fazer uma playlist para tocar no seu consultório.

Mas, claro, se você me chamar para ajudar em uma exposição de arte, eu vou amar. É para isso que estudo história da arte há tanto tempo quanto estudo comunicação. No momento, me aplico no mestrado em teoria, crítica e história da arte.

No que você está precisando de ajuda para selecionar, encontrar um caminho ou um recorte? Juntos vamos definir tudo mais rápido e de forma bem certeira.

Talvez, para fazer uma curadoria, precisaremos fazer uma Pesquisa antes.

Dentro do jornalismo, pesquisar significa apurar. Essa é a etapa que eu mais amo dentro do processo de uma reportagem. Adoro fazer entrevistas, caçar personagens, levantar dados, buscar informações para amarrar todas as pontas. Já tive a oportunidade de fazer dois livros e pesquisar muito para esmiuçar passagens da vida das personagens. Viagens para entrevistar um amigo da infância, horas dentro de biblioteca revirando arquivos, livros e jornais velhos na incansável busca de pistas, dados e relatos para explicar bem uma época ou entender por que aquele instante foi tão importante. Eu sou uma investigadora incansável.

Se você tá precisando de alguém para lhe ajudar numa pesquisa, vamos conversar. Tenho certeza que em um prazo curto vou descobrir um caminho para encontrar aquele documento de 1867 que você está há meses procurando para terminar sua tese, seu livro, seu romance.

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