O que eu já fiz

Depois de dançar no teatro municipal de Barueri, cidade onde eu cresci, fazer parte de um grupo de teatro, participar de um festival em Jandira e ganhar o prêmio de melhor figurino, que eu desenhei, virei jornalista e venho escrevendo muitos textos, entrevistando muita gente e fazendo alguns vídeos nessa área. Prepare-se porque a lista é longa.

 

Biógrafa e professora de fotógrafos, ou editora-assistente da revista Fotografe Melhor

edeuropaAlém de editar textos e sugerir pautas dentro do universo da fotografia, o que eu mais gostava de fazer eram perfis de fotógrafos. Não importava se era alguém no começo de carreira ou um profissional gabaritado, a história de todos me interessava. Também fazia muitas pautas para ensinar técnicas aos iniciantes ou a quem estava trocando a foto pelos vídeos nas revistas FilmMaker e Técnica e Prática.

A estrangeira, ou editora de cultura do Jornal A Notícia, em Joinville

rbsQuando alguém de fora chega para sugerir pautas e editar textos em uma cidade em Santa Catarina, pode ter certeza de que essa não vai ser uma tarefa fácil. Minha maior missão foi instituir que as pessoas chamassem os colegas para almoçar. Além disso, eu editava o caderno de cultura, suplementos de tecnologia e carros e fiz algumas reportagens.

A caçadora de personagens II, ou produtora de conteúdo para o Itaú

LogoDamnworks-300x171Era o começo do mote do Itaú de que ele era o agente de transformação na vida das pessoas. Mas alguém precisa achar essas pessoas e contar as histórias. E foi essa a minha missão. Encontrar vidas transformadas pelo Itaú, da primeira mulher casada a trabalhar em uma agência a quem ganhou qualidade de vida com bicicletas laranjas do banco.

A caçadora de personagens, ou repórter na Editora MOL

edmolNa Editora Mol, ganhei menção no editorial da Revista Sorria por ser uma excelente caça-personagens. Lá eu me especializei em encontrar pessoas com histórias incríveis. Eu gostava tanto desse oficio que encontrava personagens para minhas reportagens e para as dos outros. E fazia isso para todas as revistas da Editora, inclusive as institucionais.

Aprendiz de feiticeiro, ou assistente editorial no Guia Quatro Rodas

edabrilMinhas primeiras experiências nesse universo foram na Editora Abril. Trabalhei por quase quatro anos no Guia Quatro Rodas . No começo, eu chequei muito serviço. Passava o dia ligando para hotéis para saber se os quartos tinham TV a cabo; se o restaurante tinha ar-condicionado; se a atração ainda estava aberta e a que horas recebia o último visitante. Depois, pude fazer algumas matérias para abrir o guia. Inovei na criação de um cargo de assistente editorial, era meio que uma estagiária de editores, que ajudava na formulação das pautas, edição de texto e, claro, checar uma informação que estivesse faltando. Mas eu também fiz pesquisa de atrações de São Paulo, testei alguns restaurantes e participei de muitas edições especiais.

Mil e uma especialidades, ou editora e repórter dos órgãos laboratoriais da Cásper Líbero

fclA Faculdade Cásper Líbero também foi um grande laboratório. Testei minhas habilidades com rádio, TV e como editora de revista. Fui editora da revista Esquinas por um ano. E lá eu fiz de tudo: reportagem, edição, ilustração, foto. Talvez eu tenha até plantado bananeira para ajudar algum repórter-aluno desesperado.

 

 

 

 

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