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pedra sobre pedra

Matéria para revista GOL sobre as cidades de Cabaceiras e Campina Grande na Paraíba.

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Com formações rochosas impressionantes, Cabaceiras, no interior da Paraíba, se destaca como cenário de produções audiovisuais; maior, Campina Grande celebra a cultura local

Veja o pdf da matéria completa aqui.

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Terra à vista

A Calle Las Damas, na capital da República Dominicana, foi a primeira rua pavimentada das Américas. Além dos paralelepípedos, a via guarda construções históricas e opções de hospedagem e lazer.

 

Reportagem para a seção Olho da Rua, da Revista GOL. Veja a matéria completa aqui.

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Vinho do sertão

Matéria para revista GOL sobre a vinícola Terranova da Miolo. 

Despontando como uma das principais produtoras, a região explora o enoturismo

Onde o sol bate forte o ano inteiro e a paisagem seca da caatinga predomina, um campo verdejante desponta na região de divisa entre a Bahia e Pernambuco. Perto das margens do rio São Francisco, a produtora de vinho Miolo encontrou um solo fértil para cultivar uvas e produzir espumantes, vinhos brancos e tintos de ótima qualidade na vinícola Terranova. O tempo seco e estável aliado ao sistema de irrigação de gotejamento garantem duas safras de uva ao ano. Esse tipo de produção, chamada de viticultura tropical, é praticado em poucos lugares do mundo além do Brasil, como na Tailândia e na Índia. Mas o superintendente da Miolo, Adriano Miolo, garante: “Os vinhedos do vale do rio São Francisco possuem a mais avançada viticultura tropical do mundo”. Atenta ao potencial da região, a empresa comprou, há 17 anos, a fazenda Ouro Verde, onde havia um parreiral, para ampliar sua produção. E, desde 2011, abre suas portas para quem quiser conhecer a plantação, a área de fabricação e degustar alguns dos melhores rótulos da casa – que também podem ser provados na Classe GOL Premium dos voos internacionais da GOL.

Nas águas do Velho chico

Em parceria com a Miolo, depois da visita à vinícola, o visitante pode fazer um passeio pelo rio São Francisco, na região de Sobradinho, perto de uma das maiores barragens do mundo. O barco Vapor do Vinho faz uma parada próxima a um banco de areia onde se forma uma praia de água doce, e os turistas são convidados a se refrescar. R$ 160, com almoço. vapordosaofrancisco.com.

Veja o pdf da matéria:

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Cobertura de evento: Encontro de Viajantes

Veja abaixo alguns dos conteúdos publicados nas redes sociais do Sesc Bertioga durante a cobertura do evento Encontro de Viajantes, em comemoração aos 70 anos do turismo social do Sesc. 

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No intervalo antes do almoço, escutou-se pelos corredores um violão e um batuque animado. Não se tratava de nenhuma atividade oficial do evento, mas do grupo de viajantes festeiros de Santos: Onofre Marques de Almeida, 60 anos, Marcus Sales Galvão, 71, e Regina Célia Sales Galvão, 69. Como em todas as viagens que fazem juntos, ou mesmo nas tardes em Santos, eles se reúnem para cantar suas músicas favoritas. O repertório é variado: tocam samba, MPB e moda de viola. “Eu comecei a tocar violão para cantar as músicas que costumava a ouvir com meus pais”, conta Onofre. A animação é tanta que, em Santos, eles têm um bloco de carnaval chamado “Alegria de Viver”. Para eles, a música é parte importante das viagens que fazem pois ela promove a integração. De fato, não foi preciso tocar mais do que duas músicas para que outras pessoas se aproximassem e começassem a cantar junto. Uma alegria contagiante que logo se espalhou por toda lanchonete.

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A campineira Djanira Agustini, 70 anos, demorou para começar a viajar. Passou boa parte da vida cuidando dos pais e sem tempo para si. Depois que eles morreram — a mãe, em 2004, e o pai, em 2009 — , sentiu que estava caindo em depressão. Para aliviar os pensamentos ruins, começou a frequentar o Sesc de Campinas e descobriu as viagens e excursões promovidas pela instituição. Em 2010, fez sua primeira viagem para Porto Alegre e não parou mais. Ela não se recorda o número exato, mas já visitou mais 80 cidades pelo Brasil com o Sesc. “Esses passeios foram a minha salvação. Fiz amigos, conheci lugares e culturas incríveis”, conta. Ela já está tão costumada a fazer viagens pela instituição que, quando viaja sozinha, se pergunta: se eu estivesse aqui com o Sesc faria qual tipo de passeio? E tenta bolar uma atividade que tenha espírito parecido. O apelido Djatour ganhou em uma viagem por Cananéia. Em um bate-papo informal, perguntaram a ela qual era o seu sonho. A resposta foi: comprar uma van de turismo para levar os amigos para viajar. No automóvel, ela escreveria: Djatour. Mesmo que a van ainda não exista, para os amigos a marca já está registrada e eles fazem questão de ter a Djatour por perto em suas viagens.

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Mada e Laerte, de Bauru, visitam o Sesc Bertioga desde 1972. A primeira vez foi em sua viagem de lua de mel. E daquela data eles lembram de tudo: dos votos de amor eterno que trocaram em frente à imagem da santa da gruta ao bolo de nozes que comeram no café. Mesmo com o nascimento dos três filhos eles não faltaram. Em meados da década de 1980, a balsa que fazia travessia pelo Canal ficou sem operar devido a uma reforma. E isso não foi um problema para a família, pois vieram em um esquema de mochilão, cada trouxe sua própria bagagem pendurada nas costas. Ao chegar no Guarujá, pediram a um barqueiro que estava por perto para ajudá-los a chegar ao outro lado e alcançar a praia do Sesc. Assim que os filhos cresceram e saíram de casa, os dois continuaram a tradição. Para eles é sempre como se estivessem em mais uma lua de mel. Um respiro na rotina de casados e um momento em que podem dar atenção apenas um ao outro, como aconteceu há mais de 40 anos.

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CONTEÚDO Editora Abril Guia de Turismo Guia Quatro Rodas Novidades turismo

Guia Quatro Rodas

 

guia
Pioneiro, o Guia Brasil apostava nas seguintes premissas: desenvolvimento do país e da indústria automobilística; comportamento ético irrepreensível (pagar todas as despesas e ter total credibilidade); pesquisar informações in loco e emitir opinião sobre equipamentos e serviços turísticos através das classificações de hotéis, restaurantes e atrações. Nos anos seguintes, o Guia Brasil incorporou novidades, como as estrelas de restaurantes, os roteiros de viagem, o mapão encartado e, mais recentemente, a diferenciação das cidades especiais (as mais turísticas do país). Ao longo do tempo, o Guia Brasil foi dando origem a diversas outras publicações, formando a coleção do GUIA QUATRO RODAS. Surgiram assim o Guia Rodoviário, em 1975; o Guia Ruas São Paulo, em 1984; o Guia Praias, em 1990; o Guia Viajar Bem e Barato, em 1993; o Guia Fim de Semana, em 2000; e o Guia Buenos Aires, em 2010. Uma coleção que hoje reúne mais de 30 guias e mapas. Veja aqui algumas das edições em que colaborei.