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Walter Zanini – Lotear o Museu

 Trabalho final do curso de pós-graduação em Gestão de Projetos Culturais. O artigo pretendia discutir a vitalidade de ações curatoriais de Walter Zanini (1925-2013) à frente do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP). O recorte escolhido para exemplificar seu modelo de gestão foi a sexta edição da Jovem Arte Contemporânea, de 1972, em que a participação direta dos artistas se tornou decisiva para um modelo de curadoria negociado. A exposição mudou radicalmente o perfil do museu, transformado-o em um espaço de debates de ideias.

Walter Zanini – Lotear o Museu from Karina Sérgio Gomes on Vimeo.

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O que comer no Brasil

Imagens e edição do booktrailer do livro “O que comer no Brasil”.

o que comer no Brasil from Karina Sérgio Gomes on Vimeo.

 

Galinhada, vatapá, empadão goiano, arroz de carreteiro. Mas também coxinha, empadinha, pão na chapa, bolinho de estudante. Pratos da cozinha regional brasileira, salgadinhos, bebidas e sobremesas típicas do país, entre outros quitutes, são o tema do eBook O QUE COMER NO BRASIL (Editora Alpendre, 2014), um glossário com as principais características de 131 receitas e ingredientes representativos da culinária nacional.
Criado especialmente para o formato digital, o livro é fácil de ser consultado em celulares, tablets e e-readers por quem viaja pelo país a trabalho ou a passeio, sem necessidade de conexão com a internet. Com edições bilíngues português-inglês (R$ 4,90) e português-espanhol (R$ 4,90), é útil, também, para apresentar aos amigos estrangeiros a rica diversidade da gastronomia brasileira. Uma terceira versão, com os três idiomas (R$ 9,80), inclui dez receitas simples que podem ser feitas com ingredientes facilmente encontrados no Brasil e no exterior.
As três edições de O QUE COMER NO BRASIL podem ser compradas nas principais livrarias digitais.

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Regina Silveira – Um Esboço Biográfico

Trata-se de um ensaio biográfico sobre a artista plástica Regina Silveira. O objetivo desse trabalho foi traçar um perfil de Regina por meio de histórias, análises e imagens de seus trabalhos. Descobrir em que momento ela sentiu necessidade de expressar com outras formas de arte, como instalações e vídeo. Verificar quais foram os caminhos percorridos, tanto em momentos de pesquisa quanto na experiência de vida, que influenciaram aspectos de sua obra e abriram portas inesperadas e transformadoras.

Entrando na toca da artista

Alice, ardendo em curiosidade, correu atrás do coelho campo afora, chegando justamente a tempo de vê-lo enfiar-se numa grande toca sob a cerca. Logo depois Alice entrou atrás dele, sem pensar sequer em como sairia dali outra vez.

(Lewis Carroll)

Assim como Alice, corri atrás de uma obra que me levou até a rainha de um país de sombras distorcidas, luzes fantasmagóricas, labirintos, simulacros… Um Mundus Admirabilis tão fantástico como o País das Maravilhas, e com pessoas tão, ou mais, interessantes que mereceriam ser protagonistas de outros livros. Mas, aqui, emprestaram suas vozes para contar a história da carreira dessa rainha, que não é a de Copas, mas a das Artes, a artista plástica Regina Silveira. Regina é apontada pela crítica como um dos nomes fundamentais da arte contemporânea brasileira. Embora eu não tivesse a compreensão do quão fundamental era ela antes de começar esse projeto. Para mim, a artista era aquela obra: O Paradoxo do Santo, que muito me impressionou, aos dezesseis anos, quando fui ao Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo pela primeira vez. Depois do encontro com aquela gigantesca sombra de um cavaleiro militar, que se projetava a partir da imagem naïf, de um homenzinho sentado sobre um cavalo, o nome de Regina Silveira nunca mais saiu da minha memória. Era ver outras obras de sua autoria que me vinha a imagem d’O paradoxo… Assim, quando optei por fazer um projeto experimental que unisse as minhas duas paixões − artes plásticas e jornalismo−, o nome de Regina foi o primeiro que me veio à mente. Eu até tentei pensar em outros artistas; no entanto, só conseguia me imaginar escrevendo sobre ela.

Debruçar sobre sua carreira e tentar traduzir, numa linguagem acessível, quem é a artista plástica Regina Silveira não foi uma tarefa fácil. Foi preciso, como diria Humberto Werneck, sujar muito os sapatos. Viajei para Porto Alegre, sua terra natal, para resgatar o começo de sua carreira. Percorri os principais museus de arte de São Paulo à procura de informações sobre os trabalhos desenvolvidos durante os 36 anos em que ela está radicada na capital paulista. Entrevistei mais de quarenta pessoas, que me deram outras visões sobre a artista. E tentei o máximo de contato possível com Regina, que, assim como o coelho branco de Alice, vive correndo a fim de dar conta de tantos compromissos assumidos e acertando os ponteiros do relógio para não chegar atrasada (ela é super-rigorosa com horários).

Coube a essa jovem jornalista, ardendo em curiosidade, mergulhar, sem pensar sequer em como sairia dali outra vez, nessa toca de geometrias intuídas e jogos de representação. Ao longo do caminho, notei que precisaria de muito mais do que essas páginas e muito mais do que um ano para a artista ser bem desenhada. Mas deixo aqui esse esboço, um pequeno rascunho, sobre a carreira de Regina Silveira.

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BRASIL, Terra de Todas as Cores

BRASIL, Terra de Todas as Cores

 

Livro do Ministério do Turismo (www.turismo.gov.br) apresentando a diversidade natural e cultural do país a partir das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Colaborei como assistente editorial, auxiliando na pauta de imagens e no texto.

Ano de edição 2010
Editora Artebr (www.artebr.com)
Idiomas português/inglês/espanhol; português/inglês/francês; português/inglês/italiano; português/inglês/alemão
Formato 31 x 31 cm
Páginas 320
ISBN 978 85 63554 00 0