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Curso Básico de História da Arte Brasileira: A Vez das Mulheres Contarem essa História

 

Você sabia que apenas 6% do acervo exposto no Museu de Arte de São Paulo (Masp) são de obras de artistas mulheres? Esse dado foi levantado pelas ativistas e pesquisadoras de arte do coletivo Guerilla Girls, quando vieram expor os resultados de suas pesquisas na instituição. Acontece que, na história da arte brasileira, muitas mulheres tiveram papel de destaque, que nem sempre é reconhecido.

A fim de valorizar esse protagonismo, o Curso Básico de História da Arte Brasileira: A vez das mulheres contarem essa história procura mostrar a atuação de quatro artistas em quatro momentos importantes do cenário artístico nacional.  A consolidação da Escola Nacional de Belas Artes e o início de um sistema e mercado de arte, por Georgina de Albuquerque (1885 – 1962); o Modernismo, por Anita Malfatti (1889 – 1964); Arte Concreta e Neoconcretismo, por Lygia Pape (1927-1994); Arte Conceitual, Videoarte e Instalação, por Regina Silveira (1939).

O objetivo deste curso é apresentar a história da arte brasileira para leigos e interessados por meio da vida e obra de quatro artistas, dando destaque à produção feminina. Aprofundar questões sobre os movimentos artísticos de que participaram por meio de contextualização histórica e apresentação de obras.

Quem pode fazer o curso?

Todos que queiram aprender um pouco sobre a história da arte nacional. Não precisa ter nenhum conhecimento anterior. Basta querer conhecer mais sobre nossas artistas.

Quando: Dias 06 e 13 de abril das 10h às 13h

Onde: Ateliê Ju Amora (Rua Itapicuru, 541)

Quem dará o curso?

Karina Sérgio Gomes é jornalista, especialista em gestão cultural e pesquisadora de arte contemporânea. Atualmente, dedica-se ao mestrado dentro da linha Abordagens teóricas, históricas e culturais da arte no Instituto de Arte da Universidade Estadual Paulista (IA-UNESP). Já ministrou curso de história da arte brasileira na Casa Guilherme de Almeida. Em 2014, fez parte da curadoria coletiva da exposição Vestígios, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP).

Faça a sua inscrição: https://goo.gl/forms/Wyfupa732iK2nnbb2

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PODCAST #5 O Artista por ele mesmo – Lygia Clark, Carta a Mondrian

Na seção “O artista por ele mesmo”, leremos textos de autoria dos próprios artistas, em que eles comentam sobre suas obras e carreiras. Para a estreia, escolhi a carta que Lygia Clark escreveu ao artista holandês Piet Mondrian.

Ouça também no Spotify: https://open.spotify.com/episode/0T9Ffs9ZBR0MR6eVIiTgq4

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CURSO: O Modernismo Brasileiro em Quatro Tempos – Antes e Depois do Abaporu

O modernismo foi um dos principais movimentos da história da arte nacional. Com a finalidade de refletir sobre o período histórico em que esses artistas viveram, entender suas obras e para onde se desdobrou esse momento efervescente da cena cultural do país, montamos o curso: O Modernismo Brasileiro em Quatro Tempos: Antes e depois do Abaporu. Em quatro encontros, falaremos sobre os eventos que antecederam a Semana de Arte Moderna de 22, quem eram os artistas que já anunciavam vertentes da corrente moderna e como foi a Semana de 22, aprofundaremos nossos conhecimentos sobre os principais artistas do modernismo brasileiro e veremos para onde esse modernismo se encaminhou nas gerações futuras.

Esse curso foi dado pela primeira vez na Casa Guilherme de Almeida, em outubro de 2018. E pode ser adaptado diferentes públicos e lugares.

 

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CONVERSAS – KATIA FIERA

No CONVERSAS #4, a artista visual Kátia Fiera fala sobre como é o seu processo criativo, sua relação com a cidade, livros de artistas e suas experimentações com o desenho que estão ganhando cada vez dimensões maiores.

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CONVERSAS #4: FLÁVIO CERQUEIRA

Na minha singela opinião, bons artistas são aqueles que provocam um “UAUUUU”, seja silencioso ou sonoro. Uso a onomatopeia porque esse primeiro impacto, em geral, não vem verbalizado. É catártico. Depois a poeira vai baixando, as camadas vão se apresentando e você começa a refletir tudo aquilo que o trabalho está querendo dizer, mas que as palavras têm dificuldade de se juntar e organizar as primeiras ideias. O trabalho do FLÁVIO CERQUEIRA provocou exatamente esses sentimentos conflituosos em mim.

Primeiro foi AIMEUDEUSQUEROISSONAMINHASALA, seguido de um embate com uma série de questões que as esculturas levantam. O segundo AIMEUDEUSCOMOASSIM!? foi quando eu descobri que aquele artista foda, que tem obras no acervo da Piconeca, estava simplesmente compartilhando a sala de aula comigo. Quase pedi autógrafo, rs. E as surpresas só aumentaram com o convívio.

O Flávio é dos artistas mais gente boa que eu já conheci. Hoje, tenho o prazer chamar de amigo e frequentar seu ateliê. E vou continuar acompanhando de perto essa carreira cujos primeiros passos corajosos foram dados cheios de sucesso (ferrou-se, Flávio, encontrou uma daquelas pesquisadoras chatas que acompanham de cabo a rabo a vida dos artistas que admira). Um dia, eu vou ser o Calvin Tomkins e vou escrever o meu As Vidas dos Artistas. O Flávio vai ser o Jasper Johns e a sua trajetória vai estar lá no meu humilde livro. Porque embora esse grande escultor domine o bronze tão bem quanto os seus mestres Rodin e Giacometti, ele quer um dia vencer os pincéis e a tela em branco.
Então, chega de chorumelas! Deixo vocês com o episódio #4 de #CONVERSAS com FLÁVIO CERQUEIRA!

Quem gostar do vídeo dá um joinha e se inscreve no canal para eu conseguir levantar uma graninha e fazer mais perfis de mentes criativas e inventivas!