Categorias
CONTEÚDO Conteúdo Customizado Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas Revista Revista da Gol

Revista da Gol: Seção Bate-Volta com Laura Wie

Entrevista com a empresária, apresentadora, ex-modelo e atriz, Laura Wie para a seção Bate e Volta da Revista da Gol. Laura fala sobre a superação de um câncer de mama, como manter a autoestima e seus planos para o futuro

Categorias
Alessandra Delgado Design CONTEÚDO Conteúdo Customizado Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas Web

Como decorar a sua casa com um toque de estilo escandinavo

Conteúdo para site da arquiteta Alessandra Delgado.

A decoração escandinava é a queridinha da vez. Importada dos países nórdicos, como Dinamarca, Suécia e Noruega, o estilo prioriza a regra do “menos é mais”. Os ambientes precisam ser claros, de preferência com enormes janelas. O branco deve reinar nas paredes e também predominar tanto no teto quanto no chão. A presença de madeiras claras, com cantos arredondados, e alguns pontos de cor completam as características do estilo, que combina perfeitamente com móveis da nova linha da designer Alessandra Delgado. Confira como algumas peças da coleção podem dar o toque escandinavo na sua casa.

Madeiras claras e naturais

Embora o metal seja o centro dessa nova coleção, em algumas peças a designer trabalhou com a madeira, respeitando suas formas orgânicas. Tanto para a mesa Planos quanto para o banco Construção, Alessandra usou o cinamomo, cuja cor clara combina muito com a decoração escandinava.

Para destacar ainda mais as características originais da madeira de reflorestamento, a designer explorou um verniz de acabamento fosco, que realçou o que havia de mais bonito em cada peça. Essa busca pelo aspecto natural está muito presente em uma casa desse estilo.

Minimalismo e conforto

Outra característica em comum entre o estilo e as novas peças de Alessandra é a simplicidade e o minimalismo. O predomínio das linhas retas e elegantes do banco e da mesa combinam perfeitamente com o ambiente escandinavo.

Amantes do estilo nórdico também optam por tecidos claros e com toque mais natural, o que conversa muito bem com a chaise da nova coleção. A peça transmite a sensação de conforto e o tecido é gostoso ao toque.

Todas os móveis da nova linha já estão disponíveis na Girona Design.

Categorias
CONTEÚDO Conteúdo Customizado Conteúdo para Marcas Masisa Web

3 dicas sobre como combinar padrões de MDF e MDP

Você sente dificuldade em combinar padrões de cores diferentes no seu projeto? Isso é normal. Afinal de contas, são muitas as possibilidades e tanto o cliente quanto você querem o melhor resultado. Não existem regras certeiras para a combinação de padrões, e sim caminhos que sempre funcionam. Ao considerar unir mais de um padrão, você pode obter um resultado surpreendente e diferente do comum. Conversamos com a arquiteta Patricia de Palma, do escritório SP Estúdio, que tem vários projetos realizados com mais de um padrão Masisa. Confira as dicas da profissional e veja as fotos!

Dica 1 – Evite usar mais de um padrão amadeirado por ambiente

Escolha um tom de madeira e depois trabalhe com cor ou tons neutros para equilibrar a composição, sem deixar o ambiente pesado. No caso de tons mais escuros, como o Castanho, opte por combinar com ChamoisHunter ou Cafelatte. Amadeirados mais claros conversam bem com paletas neutras. Madeiras de tom mel, como podem se juntar tanto com padrões neutros quanto com coloridos. É o coringa das combinações.

Dica 2 – Escolha uma base neutra

Ao se trabalhar com cores, escolha uma base neutra, como o Linho. “Procure saber o que você quer destacar no projeto e dê cor para aquilo que é importante”, indica Patrícia. “Toda cor transmite uma informação”, completa. Tons de vermelho, como o Rubi, por exemplo, costumam ser estimulantes, pois transmitem mais energia. Um quarto todo vermelho, porém, talvez não passe a sensação de tranquilidade que uma pessoa precisa para dormir. Use a cor para destacar uma peça ou um detalhe do ambiente.

Dica 3 – Considere a iluminação natural do espaço

Sempre que for escolher uma cor para um móvel, leve em consideração a quantidade de luz natural do espaço. Tons muito escuros dão a impressão de que o espaço é menor. No caso da combinação de cores em padrões de MDF e MDP, esse aspecto é ainda mais importante: defina uma base clara para aumentar a sensação visual de espaço e aplique as cores nos locais com maior incidência de luz.

Crédito das fotos: SP Studio/Divulgação

Categorias
CONTEÚDO Conteúdo Customizado Conteúdo para Marcas Masisa Web

Marceneiro: como calcular o preço do seu trabalho?

Conteúdo para o site da Masisa.

Você às vezes fica em dúvida sobre como cobrar pelo seu trabalho? Isso é muito comum, principalmente entre profissionais iniciantes. No passado, existia a seguinte fórmula, ainda praticada no mercado: multiplicar os gastos com material por dois ou três e passar o resultado da conta como orçamento para o cliente. Porém, isso mudou.

“Essa fórmula era para um tempo em que as pessoas compravam produtos à vista e com dinheiro”, explica o consultor do Sebrae, Felipe dos Anjos Chiconato. “Hoje, o marceneiro paga imposto da empresa, a taxa para trabalhar com a máquina de cartão de débito ou crédito e outros encargos. Por isso, essa tática não se aplica mais”, completa.

Siga os passos do consultor do Sebrae para aprender a precificar e dar o valor correto ao seu trabalho.

  1. Saiba qual é o seu custo

Para cobrar um preço justo e ter lucro, você precisa saber qual é o seu custo. Custo não é apenas o material utilizado na peça, mas também seus gastos com deslocamento para entrega e orçamento, alimentação, energia elétrica da oficina para ligar as máquinas e suas horas trabalhadas. O valor de um orçamento não pode ser menor do que a soma de tudo que você gasta para trabalhar.

  1. Saiba qual é o preço praticado no mercado

Faça uma pesquisa entre os concorrentes da sua região e veja quanto eles cobram pelo mesmo serviço que você oferece. Seu preço não pode ser muito menor nem muito maior do que os praticados pelos outros fornecedores. “Ao analisar o mercado e comparar, você consegue se posicionar no radar dos clientes”, explica Chiconato. Imagine que uma pessoa tem dois orçamentos para o mesmo item, em que os preços são de R$ 5.000 e R$ 5.500. Se o seu valor for R$ 3.000, será difícil ela acreditar que seu item é melhor só porque está mais barato.

  1. Qual é o seu lucro?

Para saber qual é o lucro, faça a seguinte conta. Primeiro, fixe o preço de venda. Em seguida, subtraia dele dois itens: os custos variáveis e as despesas de venda. Dessa conta você chegará a um valor que é chamado margem de contribuição. Para seguirmos na explicação é preciso que você compreenda o que são cada um desses itens.

  1. a) Custos variáveis são todas despesas que você tiver na execução do serviço. Por exemplo, os painéis de MDF, as dobradiças, parafusos, outras ferragens, deslocamento para montagem e também o valor da sua hora de trabalho envolvida no processo produtivo e na montagem.
  2. b) Despesas de venda são impostos, taxas de cartão, custos de boletos, comissões de outros funcionários ou serviços terceirizados. É tudo o que você “gasta” para poder comercializar seu produto.

Voltando à conta. Margem de contribuição é o que fica na empresa para pagar as despesas fixas e gerar o lucro. “Em outras palavras, é como cada venda contribui para pagar as despesas que são fixas da sua marcenaria, como aluguel do imóvel, funcionários, entre outros”, resume Felipe. Uma vez que todas essas contas estejam pagas, o que sobrar da margem de contribuição é o seu lucro.

Categorias
CONTEÚDO Conteúdo para Marcas iCasei Web

8 dicas sobre contrato de músicos e banda para casamento

Conteúdo para o site iCasei

Não quer ver a sua banda para casamento desafinar? Então fique atenta às dicas dos especialistas sobre contratos de música

Um dos pontos altos da cerimônia e da festa é a trilha sonora. Muito da emoção transmitida nos momentos marcantes do seu grande dia virá de boas escolhas musicais. E ouvir notas entoadas ao vivo, por cantores ou uma banda para casamento, sempre reforça essa sensação especial – numa igreja, num salão, no campo, na praia ou numa pista de dança. Por isso, o contrato dos fornecedores dessa área deve estar afinadíssimo.

Conversamos com a cantora Lorenza Pozza e com o músico Tiago Pereira, da Banda Mega, para descobrir tudo o que você precisa saber na hora de fechar negócio com músicos e banda para casamento.

Casal dançando ao som da banda de casamento
Foto: Pinterest / Reprodução

As principais orientações para ter uma boa experiência ao contratar cantores e uma banda para casamento

  1. Organize-se

    Muitas bandas e cantores requisitados ficam sem data disponível no período de um ou dois dias que você pede para pensar um pouco sobre a proposta deles. Por isso, fique de olho nas redes e no site de seus possíveis fornecedores para saber quando a agenda de shows deles estará aberta. Lorenza Pozza, por exemplo, começará a marcar as suas apresentações de 2019 no começo de 2018. Ela recomenda que os noivos entrem em contato com os músicos selecionados, pelo menos, doze meses antes do casamento. Seguir essa dica também facilita a negociação do preço e das condições de pagamento.

  2. Equipamentos de som

    Esse detalhe é muito importante e tem muitas variantes. Podem ficar responsáveis pelos equipamentos de som os próprios músicos, os noivos ou uma outra empresa. Por isso, preste atenção no que foi contratado. Se a banda assumir o compromisso de levar os equipamentos de som, ela deve deve discriminar todos os itens. No caso de responsabilidade dos noivos, atente-se a tudo que foi pedido: potência das caixas de som, mesa de som, tipo de microfone. Em geral, isso acontece quando o casamento tem mais de uma atração musical. Nesses casos, recomenda-se a contratação de uma equipe que prepare o som para todas as apresentações, inclusive de DJs.

  3. Horário do show

    No caso de apresentação na cerimônia, Lorenza diz que é imprescindível especificar, no contrato, a hora definida para a chegada dos primeiros convidados. Os músicos precisam chegar quatro horas antes desse horário para fazer a passagem de som e organizar bem a apresentação. Você não vai querer que os seus convidados presenciem esses preparativos, certo? No caso de bandas para festa, Pereira indica que seja colocado no contrato o horário da apresentação do grupo, para tudo esteja afinado na hora do show.

  4. Camarim

    Como os músicos chegam muitas horas antes do evento, boa parte deles pede um camarim ou uma sala reservada para se concentrarem e descansarem antes da apresentação. A maioria dos espaços para eventos conta com esse ambiente: só não esqueça de reservá-lo para os músicos.

  5. O Setlist

    Embora os profissionais que trabalham com música tenham um repertório vasto e bem variado, há sempre aquele casal com uma demanda específica, que foge das playlists decoradas. Já houve caso de noivos pedirem para Lorenza cantar músicas em japonês e hebraico. Para não ser pega de surpresa e conseguir atender bem a demanda, a cantora recomenda que os noivos passem as músicas que desejam para a cerimônia e festa com, pelo menos, dois meses de antecedência.

  6. Deslocamento

    Se o seu sonho é ter um músico ou uma banda de outra cidade ou estado no seu casamento, lembre-se dos custos extras implícitos nesse desejo. “Estadia da equipe, alimentação e transporte certamente ficarão por conta dos noivos”, alerta Pereira. Por isso, antes de fechar o contrato, certifique-se de todos os itens que compõem o orçamento de viagem do músico ou da banda. Assim, você evita qualquer surpresa desagradável no seu grande dia.

  7. Direitos autorais

    Alguns espaços para festa pagam mensalmente uma taxa ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), responsável pela arrecadação e distribuição dos direitos autorais das músicas aos seus respectivos autores. Nesses casos, noivos e músicos podem ficar tranquilos quanto à execução de qualquer repertório. Certifique-se com o seu espaço para casamento se essa taxa é paga. O alerta merece a atenção do casal: tanto no contrato de Lorenza quanto no da Banda Mega – e no da maioria dos fornecedores deste setor, a responsabilidade pelo pagamento dos direitos autorais das músicas, em caso de processos ou cobranças, fica com os noivos.

  8. Cancelamento

    Combinado é combinado. Em caso de cancelamento por parte dos noivos, o valor pago não será devolvido. E não há negociação para um reagendamento, pois a data original foi bloqueada para o seu casamento. Fique atenta ao que os músicos sugerem, no momento da assinatura do contrato, para um caso inverso, envolvendo o cancelamento por parte dos contratados. Se Lorenza, por exemplo, cancelar uma apresentação – e o motivo não for uma doença atestada por um médico –, ela paga uma multa aos noivos, além da devolução integral do dinheiro.

Categorias
Alessandra Delgado Design CONTEÚDO Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas Web

Referências à arquitetura marcam a nova coleção de Alessandra Delgado

Conteúdo para o site da Alessandra Delgado Design.
A arquiteta Alessandra Delgado não deixa de lado sua formação na hora de criar novas peças. Sua nova coleção está repleta de referências aos conceitos da arquitetura e a profissionais renomados, como Jorge Zalszupin, que foi sua inspiração no desenho da chaise. “Quando estava desenhando a chaise, tinha muito o trabalho dele na minha cabeça. Jorge usou muito metais com cores quentes em suas criações”, conta Alessandra.
Os metais quentes estão presentes na maioria dos trabalhos dessa nova linha. A designer aplicou uma gama de padrões metalizados baseadas nos golden shades, que são as derivações dos dourados. Eles seguem a tendência Color Trend, desenvolvida pela marca italiana Lechler. Outro arquiteto icônico do design brasileiro homenageado é Sérgio Rodrigues: a poltrona Rô faz referência à célebre poltrona Mole.O lado arquiteta
banco Construção foi inspirado nos andaimes utilizados em obras. A estrutura de metal recebe o assento que respeita a forma orgânica da madeira e tem acabamento de verniz fosco. Outra reverência à sua área de formação está na mesa Planos. “Ao desenhar, eu pensava muito na arquitetura”, diz Alessandra. “A base de chapa de carbono foi pensada como se fosse um prédio que segura um tampo de madeira” completa.

Outras peças derivam de experimentações da designer com as formas. Um exemplo é a cadeira e poltrona Bruna, que surgiram de um exercício de Alesandra em fazer móvel com uma linha contínua. Se seguisse dobrando um arame, o que criaria? O resultado está nessas duas peças cujo encosto tem um balancinho que dá um aconchego em quem senta. A luminária Círculos veio do interesse da designer em trabalhar com várias formas circulares. A mesa que serve de suporte para luminária tem um movimento giratório que brinca ainda mais com as formas da composição.

O lado lúdico 



O ser humano também foi homenageado nessa coleção. A luminária Rótula traz referências das articulações humanas, como a rótula do joelho. “Queria que essa peça tivesse a leveza do funcionamento do corpo humano”, explica. A leveza e as formas orgânicas são características que permeiam todas nova linha, cujo o ponto de partida foi a delicadeza do metal.
Categorias
Alessandra Delgado Design CONTEÚDO Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas Web

Quatro dicas para decorar espaços pequenos

Conteúdo para o blog da Alessandra Delgado Design.

Quem aí mora em apartamento pequeno e precisa de dicas de decoração? Em cidades grandes, onde o metro quadrado é disputado, morar pequeno é comum e não significa que você não possa ter uma decoração bacana. Nesse momento, a ajuda de um arquiteto é fundamental para clarear as suas ideias e aproveitar bem os espaços. “Um ambiente pequeno tem as limitações da medida. O trabalho de um profissional é valioso, pois ele tem a clareza do que deve ser feito, desde o acabamento aos móveis”, diz a designer e arquiteta Alessandra Delgado. “Com a ajuda de um especialista, o apartamento pode ‘crescer’ e passar a sensação de ser maior”, completa.

O profissional também vai trabalhar com seus gostos, entender sua personalidade e necessidade. “Não dá para encher de móveis um ambiente pequeno. O arquiteto vai ajudá-lo a escolher as peças que façam a diferença. Afinal, tudo o que estiver no espaço vai ser importante”, explica. Se você está com dúvidas de como decorar o seu espaço pequeno, vejas dicas a seguir.

1. Opte por móveis multifuncionais

Quando não se tem muito espaço, todos os móveis precisam ser aproveitados ao máximo. “As peças devem ser coringas e servir para mais de uma função”, indica Alessandra. Um exemplo é a escrivaninha Bossa, que, além de mesa de trabalho, pode servir de aparador. Outro móvel multifuncional é o bar Cuba Libre. Em seu tampo há uma bandeja ótima para colocar suas bebidas e copos. Abaixo, na parte interna, você pode utilizá-lo para guardar louças, toalhas e outros objetos que não precisam ficar expostos.

2. Evite quinas vivas

Quem pensa que móveis retos são sempre as melhores opções para ambientes pequenos deve rever seus conceitos. Peças redondas ou quinas arredondadas se encaixam muito bem em espaços de poucos metros quadrados. Esbarrar em uma quina pontiaguda não é nada agradável. A Mesa Laura, de tampo oval, é uma ótima para quem não tem muito espaço e recebe amigos. Em mesas desse formato sempre dá para puxar uma cadeira ou um banco a mais e todos ficam confortáveis.

3. Móveis suspensos

Invista em móveis presos na parede, nas áreas mais altas, para liberar o espaço de circulação. A estante Linhas é uma dessas peças superfuncionais. Você pode colocá-la acima do sofá na horizontal ou na vertical, deixando uma área abaixo para ser aproveitada.

4. Toques de cor

Com certeza você já deve ter ouvido que em ambientes pequenos é melhor usar cores claras. Isso não é uma regra. Se você prefere uma base neutra, nada impede, no entanto, algumas pinceladas de cor em um ou outro móvel. Pontos coloridos são bacanas para descontrair o ambiente. Invista também em algumas peças de madeira e em tecidos que sejam agradáveis ao toque. Esses detalhes trazem aconchego ao ambiente.

Categorias
CONTEÚDO Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas DamnWorks Itau.com.br Novidades Web

Conheça Dahlia, a primeira mulher casada a trabalhar no Itaú

[Reportagem e foto para o site Itau.com.br]

Em meados do século 20, era comum que as grandes instituições preferissem contratar funcionárias solteiras, mas Dahlia ajudou a quebrar essa barreira

 

Dahlia, hoje com 83 anos, foi a primeira mulher casada a trabalhar no Itaú

Com dois filhos em idade escolar – a mais velha tinha onze anos e o mais novo, sete – e um orçamento apertado, Dahlia Catafesta Ferrari comunicou ao marido: “Eu vou procurar um emprego”. E ele concordou. Uma atitude moderna para o início dos anos 60, em que poucas mulheres casadas tinham a permissão do companheiro para trabalhar fora de casa.

Em 1961, aos 31 anos, Dahlia arranjou o seu primeiro emprego, no departamento de relações públicas do Banco Brasul, que viria a se unir ao Itaú. Depois de pouco mais de um ano, entretanto, o departamento de relações públicas foi fechado, e Dahlia, demitida. Logo ficou sabendo que o Banco Federal de Crédito (que se tornaria Banco Federal Itaú em 1964) estava admitindo funcionários e foi fazer uma entrevista.

Nessa época, muitas empresas evitavam contratar mulheres que fossem casadas, porque elas poderiam engravidar e largar o emprego para cuidar dos filhos. Mas Dahlia não se deu por vencida. “Expliquei ao gerente que meus filhos já eram grandes e que não poderia mais engravidar, porque tive um problema de saúde”, lembra.

E reafirmou suas qualidades profissionais. Contou que já havia trabalhado em um banco, que tinha boas noções de matemática e que sabia datilografar. “Eu me coloquei à disposição até para fazer qualquer outro teste”, conta. Percebendo que o fato de ser casada poderia impedir que conseguisse a vaga, ela prestou um concurso. Quando foi aprovada no concurso, recebeu a notícia de que também havia sido escolhida no processo do Banco Federal de Crédito.

O começo no banco

“Na hora, eu fiquei na dúvida para qual lugar eu iria. Mas um tio meu me aconselhou a ir para o banco, porque lá eu poderia construir uma carreira”, conta. E assim fez. Em 1º de junho de 1963, Dahlia foi trabalhar na abertura de contas do Itaú. Sua mesa era logo na entrada na agência e tinha até uma plaquinha com o seu nome.

Depois de alguns anos, o banco começou a contratar mais mulheres para trabalhar no atendimento, e Dahlia foi escalada para dar um curso a elas. “Eu ensinava todos os serviços e como elas deveriam se comportar”, conta. Dahlia também ajudou os gerentes a escolherem o uniforme das novas funcionárias. “Escolhi um tailleur com saia e camisa branca”, lembra.

Seu empenho resultou em uma carreira longa e invejável. Foi chefe de seção e de serviço, subgerente e gerente. Aos 62 anos, trinta deles dedicados ao banco Itaú, teve de se aposentar para cuidar da mãe. Agora, aos 83, Dahlia se dedica aos netos e bisnetos em tempo integral. Também adora ir ao shopping e ao cinema. “Eu gosto muito de assistir aos filmes de amor”, conta. Às vezes, também sai com suas amigas. A maioria delas é ex-cliente do banco, com quem Dahlia mantém amizade até hoje.

Categorias
CONTEÚDO Conteúdo Customizado Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas DamnWorks Trip Transformadores Web

Quem pedala vai mais longe

[Perfil para o blog do Itaú, no site do prêmio Trip Transformadores, sobre pessoas que a instituição ajudou a transformar suas vidas.]

Dez anos atrás, a vida do carioca Marcelo Coutinho Luz, 42, não era nada fácil. Naquela época, para sustentar a família, ele trabalhava como recreador em hotéis e colônias de férias e dava aula de capoeira – atividade que pratica há 18 anos. As três ou quatro horas que sobravam do dia, ainda passava malhando na academia, para manter o físico aprumado.

Tudo mudou, no entanto, quando ele conheceu um adestrador de cães. Logo de cara, o profissional percebeu que Marcelo levava jeito com os animais, e Marcelo decidiu tentar. Aprendeu a tarefa e recebeu indicações de clientes. Mas, com o novo oficio, ganhou também um desafio: como chegar à casa dos fregueses para pegar os cachorros, já que morava na zona norte do Rio e os clientes na zona sul, a cerca de 30 quilômetros de distância?

“Eu achava que o melhor caminho era ir de bicicleta à casa de uma prima que morava em Ipanema, deixar a bike lá e fazer os trajetos até os clientes de ônibus”, diz. Apesar de ter um bom físico, Marcelo já chegava arrebentado para caminhar com os cachorros. Decidiu, então, inverter o caminho: ir de ônibus até a zona sul, levando a bicicleta para visitar os fregueses. “Eu economiza um bom tempo, mas era muito difícil achar um lugar para estacionar a bike. E ainda corria o risco de roubarem.”

De laranjinha

Em 2011, Marcelo conheceu o Bike Rio – um projeto de aluguel de bicicletas desenvolvido pela prefeitura da capital carioca em parceria com o Itaú e o sistema de bicicletas SAMBA. “Fiz o cadastro no site para usar o equipamento por um mês para ver se tinha alguma vantagem”, fala.

As laranjinhas, como as bikes foram apelidadas no Rio, conquistaram Marcelo. Ele passou a usá-las para fazer todo o trajeto até a casa dos clientes, sem depender de transporte público. No final das contas, passou a economizar duas horas de trajeto. “Aproveitei para pegar mais um cliente e reforçar o orçamento”, conta.

Hoje, não se preocupa mais com o estacionamento da bicicleta, nem com risco de roubo, porque é só devolver o equipamento emprestado nas estações do Bike Rio. “Também não preciso mais ir à academia”, afirma, satisfeito com o corpo malhado no vaivém das pedaladas.

Categorias
CONTEÚDO Conteúdo Customizado Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas DamnWorks Trip Transformadores Web

Um novo modelo de negócio

[Perfil para o blog do Itaú, no site do prêmio Trip Transformadores, sobre pessoas que a instituição ajudou a transformar suas vidas.]

O carioca Maurício da Silva Votre, 35 anos, é formado em publicidade e trabalhou durante cinco anos na área. Cansado do rumo que sua carreira tomava, decidiu fazer um curso de guia de turismo. “Fiz isso já pensando em mudar de profissão”, diz.

Quando seu irmão voltou para o Brasil depois de cerca de três anos morando na Inglaterra, a vontade de empreender ganhou ainda mais força. “Ele é técnico em turismo e chegou animado em criar um negócio próprio”, conta. Somados os dois desejos, em 2006, eles montaram a DNAventura, uma agência de turismo focada em roteiros de ecoturismo no Rio de Janeiro.

No entanto, os dois patinavam um pouco na administração do negócio, por não terem uma formação prática na área administrativa. “Tudo o que a gente fazia era na base da tentativa e erro”, fala Maurício. Atentos às notícias do mundo dos empreendedores, descobriram uma boa oportunidade para mudar: o projeto Extreme Makeover, realizado pela Editora Globo em parceria com o Itaú, que ajuda empresas a gerirem melhor suas finanças e a usarem melhor a tecnologia em prol de seu sucesso.

Tempo de mudanças

Os irmãos embarcaram no projeto em 2011, acreditando que, dali, poderiam surgir ideias para alavancar os negócios da empresa. Depois de seis meses na experiência, Maurício percebeu que sua agência de turismo precisava de uma ação de marketing mais ativa. “Começamos a ligar para as empresas nos apresentando e também marcávamos reuniões para oferecer os nossos produtos e formar parcerias”, conta.

Esses contatos ajudaram os empresários a enxergarem outro tipo de cliente, os corporativos. “Criamos alguns roteiros para as empresas realizarem com seus funcionários”, conta Maurício. “A ideia é levá-los para algum lugar da cidade em que fiquem em contato com a natureza e, lá, participem de uma série de atividades que estimulem a liderança, por exemplo”, explica.

Com esse novo foco, a rentabilidade da agência aumentou. “Antes, demorávamos meses para conseguir atender 80 pessoas. Com nossos clientes corporativos, conseguimos essa marca em um mês”, diz Maurício. Outro plano dos empresários é investir mais em roteiros para turistas estrangeiros. “O Rio está sendo muito procurado por essas pessoas. E não podemos perder essa oportunidade.”