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Cobertura de evento: Encontro de Viajantes

Veja abaixo alguns dos conteúdos publicados nas redes sociais do Sesc Bertioga durante a cobertura do evento Encontro de Viajantes, em comemoração aos 70 anos do turismo social do Sesc. 

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No intervalo antes do almoço, escutou-se pelos corredores um violão e um batuque animado. Não se tratava de nenhuma atividade oficial do evento, mas do grupo de viajantes festeiros de Santos: Onofre Marques de Almeida, 60 anos, Marcus Sales Galvão, 71, e Regina Célia Sales Galvão, 69. Como em todas as viagens que fazem juntos, ou mesmo nas tardes em Santos, eles se reúnem para cantar suas músicas favoritas. O repertório é variado: tocam samba, MPB e moda de viola. “Eu comecei a tocar violão para cantar as músicas que costumava a ouvir com meus pais”, conta Onofre. A animação é tanta que, em Santos, eles têm um bloco de carnaval chamado “Alegria de Viver”. Para eles, a música é parte importante das viagens que fazem pois ela promove a integração. De fato, não foi preciso tocar mais do que duas músicas para que outras pessoas se aproximassem e começassem a cantar junto. Uma alegria contagiante que logo se espalhou por toda lanchonete.

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A campineira Djanira Agustini, 70 anos, demorou para começar a viajar. Passou boa parte da vida cuidando dos pais e sem tempo para si. Depois que eles morreram — a mãe, em 2004, e o pai, em 2009 — , sentiu que estava caindo em depressão. Para aliviar os pensamentos ruins, começou a frequentar o Sesc de Campinas e descobriu as viagens e excursões promovidas pela instituição. Em 2010, fez sua primeira viagem para Porto Alegre e não parou mais. Ela não se recorda o número exato, mas já visitou mais 80 cidades pelo Brasil com o Sesc. “Esses passeios foram a minha salvação. Fiz amigos, conheci lugares e culturas incríveis”, conta. Ela já está tão costumada a fazer viagens pela instituição que, quando viaja sozinha, se pergunta: se eu estivesse aqui com o Sesc faria qual tipo de passeio? E tenta bolar uma atividade que tenha espírito parecido. O apelido Djatour ganhou em uma viagem por Cananéia. Em um bate-papo informal, perguntaram a ela qual era o seu sonho. A resposta foi: comprar uma van de turismo para levar os amigos para viajar. No automóvel, ela escreveria: Djatour. Mesmo que a van ainda não exista, para os amigos a marca já está registrada e eles fazem questão de ter a Djatour por perto em suas viagens.

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Mada e Laerte, de Bauru, visitam o Sesc Bertioga desde 1972. A primeira vez foi em sua viagem de lua de mel. E daquela data eles lembram de tudo: dos votos de amor eterno que trocaram em frente à imagem da santa da gruta ao bolo de nozes que comeram no café. Mesmo com o nascimento dos três filhos eles não faltaram. Em meados da década de 1980, a balsa que fazia travessia pelo Canal ficou sem operar devido a uma reforma. E isso não foi um problema para a família, pois vieram em um esquema de mochilão, cada trouxe sua própria bagagem pendurada nas costas. Ao chegar no Guarujá, pediram a um barqueiro que estava por perto para ajudá-los a chegar ao outro lado e alcançar a praia do Sesc. Assim que os filhos cresceram e saíram de casa, os dois continuaram a tradição. Para eles é sempre como se estivessem em mais uma lua de mel. Um respiro na rotina de casados e um momento em que podem dar atenção apenas um ao outro, como aconteceu há mais de 40 anos.

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Cobertura fotográfica do 19o. Congresso Nacional do PPS

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Cobertura fotográfica do 19o. Congresso Nacional do Partido Popular Socialista, que aconteceu nos dias 23, 24 e 25 de março de 2018, para o site do partido. Veja algumas matérias ilustradas com as fotos:

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Revista da Gol: Seção Bate-Volta com Laura Wie

Entrevista com a empresária, apresentadora, ex-modelo e atriz, Laura Wie para a seção Bate e Volta da Revista da Gol. Laura fala sobre a superação de um câncer de mama, como manter a autoestima e seus planos para o futuro

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Alessandra Delgado Design CONTEÚDO Conteúdo Customizado Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas Web

Como decorar a sua casa com um toque de estilo escandinavo

Conteúdo para site da arquiteta Alessandra Delgado.

A decoração escandinava é a queridinha da vez. Importada dos países nórdicos, como Dinamarca, Suécia e Noruega, o estilo prioriza a regra do “menos é mais”. Os ambientes precisam ser claros, de preferência com enormes janelas. O branco deve reinar nas paredes e também predominar tanto no teto quanto no chão. A presença de madeiras claras, com cantos arredondados, e alguns pontos de cor completam as características do estilo, que combina perfeitamente com móveis da nova linha da designer Alessandra Delgado. Confira como algumas peças da coleção podem dar o toque escandinavo na sua casa.

Madeiras claras e naturais

Embora o metal seja o centro dessa nova coleção, em algumas peças a designer trabalhou com a madeira, respeitando suas formas orgânicas. Tanto para a mesa Planos quanto para o banco Construção, Alessandra usou o cinamomo, cuja cor clara combina muito com a decoração escandinava.

Para destacar ainda mais as características originais da madeira de reflorestamento, a designer explorou um verniz de acabamento fosco, que realçou o que havia de mais bonito em cada peça. Essa busca pelo aspecto natural está muito presente em uma casa desse estilo.

Minimalismo e conforto

Outra característica em comum entre o estilo e as novas peças de Alessandra é a simplicidade e o minimalismo. O predomínio das linhas retas e elegantes do banco e da mesa combinam perfeitamente com o ambiente escandinavo.

Amantes do estilo nórdico também optam por tecidos claros e com toque mais natural, o que conversa muito bem com a chaise da nova coleção. A peça transmite a sensação de conforto e o tecido é gostoso ao toque.

Todas os móveis da nova linha já estão disponíveis na Girona Design.

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MDF X MDP: o que é melhor? Dicas e dúvidas respondidas

Conteúdo para o site da MASISA.

Você tem o hábito de dizer aos seus clientes: “aqui só trabalhamos com MDF”? Para fazer o móvel perfeito, recomendamos que você utilize os dois. Isso mesmo! O MDF e o MDP são materiais diferentes, com características e aplicações distinta. De forma resumida, costumamos dizer assim: o MDF é um painel de fibras de madeira de média densidade, ideal para fazer os detalhes e acabamentos. O MDP, por sua vez, é um painel de partículas de madeira de média densidade, perfeito para partes estruturais de um móvel.

Dicas sobre MDP
Foi-se o tempo que o MDP era sinal de um material frágil que não aguentava ser montado e desmontado mais de uma vez. O MPD da Masisa suporta ser parafusado e desparafusado de seis a oito vezes. “Ele é perfeito para a estrutura de um móvel, pois não empena”, explica Marco Parrino, arquiteto e especialista de produção e aplicação da Masisa. Por ser composto de partículas de madeira com pequenos espaços entre elas, o peso é distribuído de maneira mais uniforme. Por isso, o MDP é mais resistente à gravidade e à compressão.

Dicas sobre MDF

O MDF continua sendo um grande aliado para fazer acabamentos, peças curvas e detalhes com mais recortes. Como suas fibras são retas e compactadas a ponto de não sobrar nenhum espaço, esse material é muito mais denso e ótimo para fazer detalhes e acabamentos. Sua gama de padrões também é maior. Por ser feito de fibras de madeira, ele é mais resiste para fazer peças curvas ou cilíndricas.

MDP desgasta a serra do marceneiro? Não!

Dizem que o MDP desgasta o equipamento de corte do profissional. Isso é mito! O ponto é: para cortar um MDP, a ferramenta precisa estar 100% afiada de modo que não “craquele” a melamina, película que reveste as chapas. Esse cuidado deve ser tomado em especial nos padrões mais escuros e coloridos, onde imperfeições causadas pelo mau corte podem aparecer mais. Neste site você encontra tudo o que precisa saber sobre as diferenças entre MDF e MDP. Juntos, os dois materiais permitirão que você tenha o melhor resultado no seu projeto.

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Alessandra Delgado Design CONTEÚDO Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas Web

Referências à arquitetura marcam a nova coleção de Alessandra Delgado

Conteúdo para o site da Alessandra Delgado Design.
A arquiteta Alessandra Delgado não deixa de lado sua formação na hora de criar novas peças. Sua nova coleção está repleta de referências aos conceitos da arquitetura e a profissionais renomados, como Jorge Zalszupin, que foi sua inspiração no desenho da chaise. “Quando estava desenhando a chaise, tinha muito o trabalho dele na minha cabeça. Jorge usou muito metais com cores quentes em suas criações”, conta Alessandra.
Os metais quentes estão presentes na maioria dos trabalhos dessa nova linha. A designer aplicou uma gama de padrões metalizados baseadas nos golden shades, que são as derivações dos dourados. Eles seguem a tendência Color Trend, desenvolvida pela marca italiana Lechler. Outro arquiteto icônico do design brasileiro homenageado é Sérgio Rodrigues: a poltrona Rô faz referência à célebre poltrona Mole.O lado arquiteta
banco Construção foi inspirado nos andaimes utilizados em obras. A estrutura de metal recebe o assento que respeita a forma orgânica da madeira e tem acabamento de verniz fosco. Outra reverência à sua área de formação está na mesa Planos. “Ao desenhar, eu pensava muito na arquitetura”, diz Alessandra. “A base de chapa de carbono foi pensada como se fosse um prédio que segura um tampo de madeira” completa.

Outras peças derivam de experimentações da designer com as formas. Um exemplo é a cadeira e poltrona Bruna, que surgiram de um exercício de Alesandra em fazer móvel com uma linha contínua. Se seguisse dobrando um arame, o que criaria? O resultado está nessas duas peças cujo encosto tem um balancinho que dá um aconchego em quem senta. A luminária Círculos veio do interesse da designer em trabalhar com várias formas circulares. A mesa que serve de suporte para luminária tem um movimento giratório que brinca ainda mais com as formas da composição.

O lado lúdico 



O ser humano também foi homenageado nessa coleção. A luminária Rótula traz referências das articulações humanas, como a rótula do joelho. “Queria que essa peça tivesse a leveza do funcionamento do corpo humano”, explica. A leveza e as formas orgânicas são características que permeiam todas nova linha, cujo o ponto de partida foi a delicadeza do metal.
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Alessandra Delgado Design CONTEÚDO Conteúdo Institucional Conteúdo para Marcas Web

Quatro dicas para decorar espaços pequenos

Conteúdo para o blog da Alessandra Delgado Design.

Quem aí mora em apartamento pequeno e precisa de dicas de decoração? Em cidades grandes, onde o metro quadrado é disputado, morar pequeno é comum e não significa que você não possa ter uma decoração bacana. Nesse momento, a ajuda de um arquiteto é fundamental para clarear as suas ideias e aproveitar bem os espaços. “Um ambiente pequeno tem as limitações da medida. O trabalho de um profissional é valioso, pois ele tem a clareza do que deve ser feito, desde o acabamento aos móveis”, diz a designer e arquiteta Alessandra Delgado. “Com a ajuda de um especialista, o apartamento pode ‘crescer’ e passar a sensação de ser maior”, completa.

O profissional também vai trabalhar com seus gostos, entender sua personalidade e necessidade. “Não dá para encher de móveis um ambiente pequeno. O arquiteto vai ajudá-lo a escolher as peças que façam a diferença. Afinal, tudo o que estiver no espaço vai ser importante”, explica. Se você está com dúvidas de como decorar o seu espaço pequeno, vejas dicas a seguir.

1. Opte por móveis multifuncionais

Quando não se tem muito espaço, todos os móveis precisam ser aproveitados ao máximo. “As peças devem ser coringas e servir para mais de uma função”, indica Alessandra. Um exemplo é a escrivaninha Bossa, que, além de mesa de trabalho, pode servir de aparador. Outro móvel multifuncional é o bar Cuba Libre. Em seu tampo há uma bandeja ótima para colocar suas bebidas e copos. Abaixo, na parte interna, você pode utilizá-lo para guardar louças, toalhas e outros objetos que não precisam ficar expostos.

2. Evite quinas vivas

Quem pensa que móveis retos são sempre as melhores opções para ambientes pequenos deve rever seus conceitos. Peças redondas ou quinas arredondadas se encaixam muito bem em espaços de poucos metros quadrados. Esbarrar em uma quina pontiaguda não é nada agradável. A Mesa Laura, de tampo oval, é uma ótima para quem não tem muito espaço e recebe amigos. Em mesas desse formato sempre dá para puxar uma cadeira ou um banco a mais e todos ficam confortáveis.

3. Móveis suspensos

Invista em móveis presos na parede, nas áreas mais altas, para liberar o espaço de circulação. A estante Linhas é uma dessas peças superfuncionais. Você pode colocá-la acima do sofá na horizontal ou na vertical, deixando uma área abaixo para ser aproveitada.

4. Toques de cor

Com certeza você já deve ter ouvido que em ambientes pequenos é melhor usar cores claras. Isso não é uma regra. Se você prefere uma base neutra, nada impede, no entanto, algumas pinceladas de cor em um ou outro móvel. Pontos coloridos são bacanas para descontrair o ambiente. Invista também em algumas peças de madeira e em tecidos que sejam agradáveis ao toque. Esses detalhes trazem aconchego ao ambiente.

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Taísa, de 13 anos, brilha nas quadras em projeto patrocinado pelo Itaú

[Reportagem para o site do banco Itaú]

O Itaú acredita em jovens talentos do esporte, por isso patrocina o Instituto Tênis há três anos e ajuda jovens atletas, como Taísa

Em uma academia em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, jovens atletas do tênis treinam diariamente. Eles fazem parte do Instituto Tênis, uma instituição sem fins lucrativos criada em 2002 e patrocinada pelo Itaú desde 2010. A instituição apoia o tênis nacional, concedendo bolsas a atletas talentosos que não têm condições financeiras de realizar treinamentos e participar de campeonatos. Já passaram por lá nomes como Bia Maia, que apareceu no ranking das 80 melhores tenistas juvenis do mundo em 2012.

Taísa Pedretti, 13 anos, também treina no Instituto Tênis. A adolescente começou a praticar o esporte aos 7 anos, por hobby. “Meu pai jogava no clube perto de casa e eu sempre ficava assistindo. Um dia, pedi para jogar também”, lembra. “Eu fazia ainda aula de natação e futebol, mas gostava mais de tênis.”
Seu professor no clube logo percebeu o talento da garota e a incentivou a fazer um teste no Instituto Tênis para ter mais condições de competir dentro e fora do país. Os candidatos à bolsa, que têm entre 12 e 18 anos, passam por uma avaliação técnica, física e psicológica.

A bolsa lhes garante todo apoio técnico, com treinadores e psicólogos, além de uniforme, tênis, equipamento e financiamento de passagens e hospedagem para participar dos torneios. Ao todo são distribuídas 14 bolsas por ano.

“Novos Gugas”

Taísa entrou para o Instituto no ano passado e já vem dando resultado. Ela é a primeira no ranking brasileiro de tenistas com idade entre 13 e 14 anos. E para isso se esforça muito.

“Sempre chego em casa por volta das nove da noite”, conta a menina, que treina diariamente por quatro horas. E se você pensa que ela vai descansar, está enganado. “Eu ainda estudo e faço as lições da escola.” Como não tem muito tempo para estudar, Taísa diz que sempre presta muita atenção às aulas para fixar o conteúdo.

Quando questionada se um dia já pensou em ser outra coisa, ela responde contundente: “Não, eu sempre quis ser tenista. Eu quero ser uma atleta profissional”. Apesar de ainda ser uma menina, de unhas e pulseiras coloridas, Taísa é muito madura em relação ao seu futuro profissional. “O tênis me deu disciplina. E praticar esportes ajuda a gente a não ser preguiçoso e a correr atrás do que quer”, diz.

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Conheça o Itaúchek, avô dos caixas eletrônicos

[Reportagem para o site do banco Itaú]

Há mais de 40 anos, uma espécie de terminal eletrônico trazia comodidade aos clientes do Itaú

“Anita, agora eu vou fazer aparecer dinheiro!”, diz o rapaz à namorada. Assim começava o comercial do Itaúchek. Não era mágica, mas, em meados da década de 1970, sacar dinheiro do banco, a qualquer hora do dia e da noite, sem que a agência estivesse aberta, era mesmo algo fantástico.

Considerado o avô dos caixas eletrônicos atuais, o Itaúchek permitia que alguns clientes retirassem quantidades limitadas de dinheiro, que vinham em estojos plásticos. Ele foi a solução encontrada pelo Itaú enquanto desenvolvia a Automatic Teller Machine (ATM), o caixa eletrônico. “Vigorava no país a Política Nacional de Informática, que limitava a importação de computadores. Tínhamos de desenvolver tudo internamente, o que nos gerou um atraso”, conta Renato Cuoco, 68 anos, membro do conselho da Itautec.

Perto do que os caixas eletrônicos fazem hoje, a operação que o Itaúchek realizava era simples: “Ele era um dispensador de dinheiro”, diz Renato. Clientes com crédito tinham direito a um número limitado de cartões com furos, que eram interpretados pela máquina. Apesar de a operação ser limitada, o serviço era inovador na época. Pela primeira vez, o brasileiro podia sacar dinheiro fora do horário do funcionamento do banco, ganhando mais autonomia e conveniência.

Os caixas que conhecemos hoje

No início da década de 1980, era hora de o Itaúchek evoluir e dar lugar aos primeiros caixas eletrônicos nas agências do Itaú, desenvolvidos pela empresa de tecnologia Itautec. Ela havia sido fundada em 1979, em uma atitude corajosa, na contramão dos concorrentes, que preferiram utilizar exclusivamente o Banco 24h, criado em 1982 para otimizar os custos.

Os primeiros serviços oferecidos pelos caixas eram simples: saque de dinheiro, consulta de saldo e retirada de extrato. Mas permitiram ainda mais praticidade aos clientes, que podiam acessar a sua conta de qualquer agência e a qualquer momento. “Os clientes ficavam impressionados. Eles sacavam dinheiro e já corriam para outra máquina para verificar o seu saldo, que era atualizado na hora”, conta Renato.

No começo, apenas alguns clientes tinham acesso aos caixas. Mas, com o avanço da tecnologia e do aumento de serviços e produtos oferecidos, eles começaram a ter mais funções e se tornaram mais democráticos. Hoje, o Itaú Unibanco tem cerca de 28 mil caixas espalhados pelo Brasil e pelo mundo, para atender a todos os seus clientes com conveniência. “Acredito que o grande desafio para nosso desenvolvimento tecnológico é continuar insatisfeito e em constante mudança”, diz Renato.

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Conheça Dahlia, a primeira mulher casada a trabalhar no Itaú

[Reportagem e foto para o site Itau.com.br]

Em meados do século 20, era comum que as grandes instituições preferissem contratar funcionárias solteiras, mas Dahlia ajudou a quebrar essa barreira

 

Dahlia, hoje com 83 anos, foi a primeira mulher casada a trabalhar no Itaú

Com dois filhos em idade escolar – a mais velha tinha onze anos e o mais novo, sete – e um orçamento apertado, Dahlia Catafesta Ferrari comunicou ao marido: “Eu vou procurar um emprego”. E ele concordou. Uma atitude moderna para o início dos anos 60, em que poucas mulheres casadas tinham a permissão do companheiro para trabalhar fora de casa.

Em 1961, aos 31 anos, Dahlia arranjou o seu primeiro emprego, no departamento de relações públicas do Banco Brasul, que viria a se unir ao Itaú. Depois de pouco mais de um ano, entretanto, o departamento de relações públicas foi fechado, e Dahlia, demitida. Logo ficou sabendo que o Banco Federal de Crédito (que se tornaria Banco Federal Itaú em 1964) estava admitindo funcionários e foi fazer uma entrevista.

Nessa época, muitas empresas evitavam contratar mulheres que fossem casadas, porque elas poderiam engravidar e largar o emprego para cuidar dos filhos. Mas Dahlia não se deu por vencida. “Expliquei ao gerente que meus filhos já eram grandes e que não poderia mais engravidar, porque tive um problema de saúde”, lembra.

E reafirmou suas qualidades profissionais. Contou que já havia trabalhado em um banco, que tinha boas noções de matemática e que sabia datilografar. “Eu me coloquei à disposição até para fazer qualquer outro teste”, conta. Percebendo que o fato de ser casada poderia impedir que conseguisse a vaga, ela prestou um concurso. Quando foi aprovada no concurso, recebeu a notícia de que também havia sido escolhida no processo do Banco Federal de Crédito.

O começo no banco

“Na hora, eu fiquei na dúvida para qual lugar eu iria. Mas um tio meu me aconselhou a ir para o banco, porque lá eu poderia construir uma carreira”, conta. E assim fez. Em 1º de junho de 1963, Dahlia foi trabalhar na abertura de contas do Itaú. Sua mesa era logo na entrada na agência e tinha até uma plaquinha com o seu nome.

Depois de alguns anos, o banco começou a contratar mais mulheres para trabalhar no atendimento, e Dahlia foi escalada para dar um curso a elas. “Eu ensinava todos os serviços e como elas deveriam se comportar”, conta. Dahlia também ajudou os gerentes a escolherem o uniforme das novas funcionárias. “Escolhi um tailleur com saia e camisa branca”, lembra.

Seu empenho resultou em uma carreira longa e invejável. Foi chefe de seção e de serviço, subgerente e gerente. Aos 62 anos, trinta deles dedicados ao banco Itaú, teve de se aposentar para cuidar da mãe. Agora, aos 83, Dahlia se dedica aos netos e bisnetos em tempo integral. Também adora ir ao shopping e ao cinema. “Eu gosto muito de assistir aos filmes de amor”, conta. Às vezes, também sai com suas amigas. A maioria delas é ex-cliente do banco, com quem Dahlia mantém amizade até hoje.