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Joia Rara

Três joalheiros trocam ideias sobre o passado e o futuro da profissão que transforma metais em objetos preciosos

Revista para a seção Três Gerações, da Revista Gol.  Veja a matéria completa aqui.

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onde estão as mulheres na história da arte brasileira?

Você sabia que apenas 6% do acervo exposto no Museu de Arte de São Paulo (Masp) são de obras de artistas mulheres? Esse dado foi levantado pelas ativistas e pesquisadoras de arte do coletivo Guerilla Girls, quando vieram expor os resultados de suas pesquisas na instituição. Acontece que, na história da arte brasileira, muitas mulheres tiveram papel de destaque, que nem sempre é reconhecido.

A fim de valorizar esse protagonismo, o bate-papo Onde estão as mulheres na história da arte brasileira? tem o objetivo de apresentar, para leigos e interessados, momentos da história da arte brasileira por meio da vida e obras das artistas mulheres, que foram protagonistas em diversos momentos, dando destaque à produção feminina.

Quem pode participar?

Todos que queiram aprender um pouco sobre a história da arte nacional. Não precisa ter nenhum conhecimento anterior. Basta querer conhecer mais sobre nossas artistas.

Quando: Dia 08 de junho das 10h às 13h

Onde: Lobo Centro Criativo (Rua Capitão Cavalcanti, 35 A)

Inscrição: https://www.eventbrite.com.br/e/bate-papo-onde-estao-as-mulheres-na-historia-da-arte-brasileira-tickets-61496851739

Quem vai conversar com você?

Karina Sérgio Gomes é jornalista, especialista em gestão cultural e pesquisadora de arte contemporânea. Atualmente, dedica-se ao mestrado dentro da linha Abordagens teóricas, históricas e culturais da arte no Instituto de Arte da Universidade Estadual Paulista (IA-UNESP). Já ministrou curso de história da arte brasileira na Casa Guilherme de Almeida. Desde 2018, realiza o podcast Conversas sobre Artes Visuais. E, neste ano, começou o projeto 54 artistas brasileiras, cujo objetivo é divulgar o perfil de uma artista brasileira toda semana durante um ano.

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Conversas Cursos HISTÓRIA DA ARTE Novidades

Curso Básico de História da Arte Brasileira: A Vez das Mulheres Contarem essa História

 

Você sabia que apenas 6% do acervo exposto no Museu de Arte de São Paulo (Masp) são de obras de artistas mulheres? Esse dado foi levantado pelas ativistas e pesquisadoras de arte do coletivo Guerilla Girls, quando vieram expor os resultados de suas pesquisas na instituição. Acontece que, na história da arte brasileira, muitas mulheres tiveram papel de destaque, que nem sempre é reconhecido.

A fim de valorizar esse protagonismo, o Curso Básico de História da Arte Brasileira: A vez das mulheres contarem essa história procura mostrar a atuação de quatro artistas em quatro momentos importantes do cenário artístico nacional.  A consolidação da Escola Nacional de Belas Artes e o início de um sistema e mercado de arte, por Georgina de Albuquerque (1885 – 1962); o Modernismo, por Anita Malfatti (1889 – 1964); Arte Concreta e Neoconcretismo, por Lygia Pape (1927-1994); Arte Conceitual, Videoarte e Instalação, por Regina Silveira (1939).

O objetivo deste curso é apresentar a história da arte brasileira para leigos e interessados por meio da vida e obra de quatro artistas, dando destaque à produção feminina. Aprofundar questões sobre os movimentos artísticos de que participaram por meio de contextualização histórica e apresentação de obras.

Quem pode fazer o curso?

Todos que queiram aprender um pouco sobre a história da arte nacional. Não precisa ter nenhum conhecimento anterior. Basta querer conhecer mais sobre nossas artistas.

Quando: Dias 06 e 13 de abril das 10h às 13h

Onde: Ateliê Ju Amora (Rua Itapicuru, 541)

Quem dará o curso?

Karina Sérgio Gomes é jornalista, especialista em gestão cultural e pesquisadora de arte contemporânea. Atualmente, dedica-se ao mestrado dentro da linha Abordagens teóricas, históricas e culturais da arte no Instituto de Arte da Universidade Estadual Paulista (IA-UNESP). Já ministrou curso de história da arte brasileira na Casa Guilherme de Almeida. Em 2014, fez parte da curadoria coletiva da exposição Vestígios, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP).

Faça a sua inscrição: https://goo.gl/forms/Wyfupa732iK2nnbb2

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Novidades podcast

PODCAST #6 Pergunta que eu respondo – Onde estão as mulheres na história da arte brasileira?

Você já se perguntou quantas artistas mulheres conhece? Não vale falar Tarsila do Amaral, Anita Malfatti ou Lygia Clark. Nesse podcast, eu comentei sobre a ausência de nomes de artistas mulheres na historiografia das artes brasileira, sobre um novo curso que vou dar e dessa minha ansia por conhecer as nossas artistas. Você também sente isso? E aí, vamos conversar? Me conta depois o que achou, mande sua crítica e sugestão para: ksergiogomes@gmail.com. Me siga no Instagram: @ksergiogomes

Ouça também no Spotify: https://open.spotify.com/episode/6GovRN9pxrnVkQqkcjwoS9

Para ouvir os outros, clique aqui

 

Link do meu artigo sobre a Regina Silveira aqui: bit.ly/2UDXtg6

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Áudio Conversas Novidades Outros Projetos podcast

PODCAST #5 O Artista por ele mesmo – Lygia Clark, Carta a Mondrian

Na seção “O artista por ele mesmo”, leremos textos de autoria dos próprios artistas, em que eles comentam sobre suas obras e carreiras. Para a estreia, escolhi a carta que Lygia Clark escreveu ao artista holandês Piet Mondrian.

Ouça também no Spotify: https://open.spotify.com/episode/0T9Ffs9ZBR0MR6eVIiTgq4

Para ouvir os outros, clique aqui

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REGINA SILVEIRA – ANTES DAS SOMBRAS. O INÍCIO DA CARREIRA DA ARTISTA QUE PENSAVA SER PINTORA

Artigo apresentado no XIII Encontro de História da Arte, que aconteceu no IFCH em outubro de 2018:

REGINA SILVEIRA – ANTES DAS SOMBRAS. O INÍCIO DA CARREIRA DA ARTISTA QUE PENSAVA SER PINTORA

Resumo:

Foi na juventude que Regina Silveira descobriu seus dotes artísticos. No começo, dedicou-se ao desenho, pintura e gravura. As primeiras obras guardam as marcas do gesto da artista que sonhava ser pintora. O presente artigo apresenta o contexto histórico em que Regina Silveira teve suas primeiras lições de arte e a promissora carreira dentro da pintura que se desenhava no cenário conservador porto-alegrense das décadas de 1950 e 1960. As aulas mais arrojadas com o pintor Iberê Camargo trouxeram um frescor para a produção a artista, que vinha de um ambiente acadêmico tradicional fechado ainda muito preso na figuração e conceitos clássicos.

O artigo completo foi publicado nos anais do evento no ebook presente no link: eha2018REGINASILVEIRA

ISBN 978-85-86572-79-1

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CURSO: O Modernismo Brasileiro em Quatro Tempos – Antes e Depois do Abaporu

O modernismo foi um dos principais movimentos da história da arte nacional. Com a finalidade de refletir sobre o período histórico em que esses artistas viveram, entender suas obras e para onde se desdobrou esse momento efervescente da cena cultural do país, montamos o curso: O Modernismo Brasileiro em Quatro Tempos: Antes e depois do Abaporu. Em quatro encontros, falaremos sobre os eventos que antecederam a Semana de Arte Moderna de 22, quem eram os artistas que já anunciavam vertentes da corrente moderna e como foi a Semana de 22, aprofundaremos nossos conhecimentos sobre os principais artistas do modernismo brasileiro e veremos para onde esse modernismo se encaminhou nas gerações futuras.

Esse curso foi dado pela primeira vez na Casa Guilherme de Almeida, em outubro de 2018. E pode ser adaptado diferentes públicos e lugares.

 

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Vinho do sertão

Matéria para revista GOL sobre a vinícola Terranova da Miolo. 

Despontando como uma das principais produtoras, a região explora o enoturismo

Onde o sol bate forte o ano inteiro e a paisagem seca da caatinga predomina, um campo verdejante desponta na região de divisa entre a Bahia e Pernambuco. Perto das margens do rio São Francisco, a produtora de vinho Miolo encontrou um solo fértil para cultivar uvas e produzir espumantes, vinhos brancos e tintos de ótima qualidade na vinícola Terranova. O tempo seco e estável aliado ao sistema de irrigação de gotejamento garantem duas safras de uva ao ano. Esse tipo de produção, chamada de viticultura tropical, é praticado em poucos lugares do mundo além do Brasil, como na Tailândia e na Índia. Mas o superintendente da Miolo, Adriano Miolo, garante: “Os vinhedos do vale do rio São Francisco possuem a mais avançada viticultura tropical do mundo”. Atenta ao potencial da região, a empresa comprou, há 17 anos, a fazenda Ouro Verde, onde havia um parreiral, para ampliar sua produção. E, desde 2011, abre suas portas para quem quiser conhecer a plantação, a área de fabricação e degustar alguns dos melhores rótulos da casa – que também podem ser provados na Classe GOL Premium dos voos internacionais da GOL.

Nas águas do Velho chico

Em parceria com a Miolo, depois da visita à vinícola, o visitante pode fazer um passeio pelo rio São Francisco, na região de Sobradinho, perto de uma das maiores barragens do mundo. O barco Vapor do Vinho faz uma parada próxima a um banco de areia onde se forma uma praia de água doce, e os turistas são convidados a se refrescar. R$ 160, com almoço. vapordosaofrancisco.com.

Veja o pdf da matéria:

WINETRIP_GOL

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O anti-museu imaginário de Julio Plaza

No XI Congresso Internacional de Estética e História da Arte : Rompendo fronteiras : arte, sociedade, ciência e natureza, que aconteceu no MAC-USP, em outubro de 2018, apresentei o artigo:

O anti-museu imaginário de Julio Plaza

Resumo:

A citação e o resgate da história da arte são características comuns dos trabalhos dos artistas pós-modernos. O resgate de ícones das artes visuais também é um elemento presente na obra do artista espanhol Julio Plaza (1938-2003). Na exposição PanAroma da Arte, que foi realizada em 1975, Plaza expôs um conjunto de gravuras em que retomava clássicos da história da arte e faziam parte do seu apanhado de referências. A citação, a paródia e o bom humor estão presentes nos trabalhos que comentaremos neste artigo. A partir do uso da serigrafia, Plaza questiona também a reprodução e a estética dos trabalhos pós-modernos, cuja aparência está próxima dos suportes de comunicação de massa, como cartazes de publicidade.

O artigo completo foi publicado nos anais do evento no ebook presente no link: http://www.pgeha2.webhostusp.sti.usp.br/livros/C_I_EHA_11_-Rompendo_fronteirasarte_sociedade_ciencia_e_natureza-_2018.pdf

ISBN 978-85-94195-22-7

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CONVERSAS – KATIA FIERA

No CONVERSAS #4, a artista visual Kátia Fiera fala sobre como é o seu processo criativo, sua relação com a cidade, livros de artistas e suas experimentações com o desenho que estão ganhando cada vez dimensões maiores.