O anti-museu imaginário de Julio Plaza

No XI Congresso Internacional de Estética e História da Arte : Rompendo fronteiras : arte, sociedade, ciência e natureza, que aconteceu no MAC-USP, em outubro de 2018, apresentei o artigo:

O anti-museu imaginário de Julio Plaza

Resumo:

A citação e o resgate da história da arte são características comuns dos trabalhos dos artistas pós-modernos. O resgate de ícones das artes visuais também é um elemento presente na obra do artista espanhol Julio Plaza (1938-2003). Na exposição PanAroma da Arte, que foi realizada em 1975, Plaza expôs um conjunto de gravuras em que retomava clássicos da história da arte e faziam parte do seu apanhado de referências. A citação, a paródia e o bom humor estão presentes nos trabalhos que comentaremos neste artigo. A partir do uso da serigrafia, Plaza questiona também a reprodução e a estética dos trabalhos pós-modernos, cuja aparência está próxima dos suportes de comunicação de massa, como cartazes de publicidade.

O artigo completo foi publicado nos anais do evento no ebook presente no link: http://www.pgeha2.webhostusp.sti.usp.br/livros/C_I_EHA_11_-Rompendo_fronteirasarte_sociedade_ciencia_e_natureza-_2018.pdf

ISBN 978-85-94195-22-7

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