Alguém acreditou em mim

Matéria de capa para a revista TODOS, da editora MOL.

ÀS VEZES, PRECISAMOS QUE O OUTRO NOS MOSTRE O QUE A GENTE CISMA EM ESQUECER: QUE PODEMOS SUPERAR QUALQUER DIFICULDADE E REALIZAR NOSSOS MAIORES SONHOS

Seria mais fácil se a gente nunca ligasse para a opinião dos outros. Claro, tentamos deixar as expectativas alheias para lá, mas é da natureza humana querer estabelecer vínculos e se esforçar para ser aceito. “A busca por aprovação é reflexo da nossa necessidade de nos incluirmos em grupos”, afirma Taís Bleicher, professora de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo. “E essa inserção social é importante – mas pode ser sufocante.” É que, muitas vezes, os outros têm uma visão enviesada sobre quem somos e tentam fazer com que nossas ações sigam o roteiro deles. Aos olhos da sociedade, por exemplo, condição física, idade, poder aquisitivo e experiências passa- das são capazes de determinar até onde podemos chegar.

Ainda bem que, para cada pessoa que insiste em colocar alguém em uma caixinha com rótulo, existem outras tantas dispostas a mostrar que nenhuma dificuldade consegue ser maior do que um sonho. “Quando temos a oportunidade de construir uma relação de confiança, um pode ajudar o outro a pensar em caminhos e estratégias que nem sempre estão evidentes para quem está só ou desamparado”, explica Taís.

Por isso, é importante olhar ao redor e perceber que, quando nem mesmo a gente sente que dá para continuar caminhando, alguém vai estar ali para oferecer a mão e puxar nossa determinação de volta ao lugar dela, no peito. “Cultivar uma rede de apoio não é imprescindível para todos, mas pode ser poderoso, porque facilita o processo de acreditar em si mesmo”, diz Claudia Giacomoni, professora de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “A riqueza da vida é poder contar com o outro e não ficar sozinho.”

Confiar em nós. Quantas vezes deixamos essa prática tão importante de lado porque nos falta alguém que bote fé na gente primeiro, para mostrar como é que se faz? Nas páginas a seguir, você vai conhecer histórias de pessoas que já tinham caído na armadilha de limitar as próprias realizações pela pequenez alheia. Até que surgiram incentivadores fundamentais para que passassem a escutar o que seu íntimo nunca parou de dizer: que elas são, sim, capazes de ser feliz.

Veja a matéria completa e conheça seus quatro personagens aqui

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