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Maria Victória no país da literatura

[Perfil para o blog do Itaú, no site do prêmio Trip Transformadores, sobre pessoas que a instituição ajudou a transformar suas vidas.]

“BA-NA-NA. Mãe, aqui está escrito banana!”, disse Maria Victória, indo ao encontro de Elizangela, que preparava o almoço na cozinha. Essa cena aconteceu em 2011, quando Maria Victória tinha apenas cinco anos. Foi assim que, surpresa, Elizangela descobriu que a filha já sabia ler.

A menina ainda não frequentava a escola, mas conseguia juntar as letrinhas e decodificá-las como uma criança de sete anos. O encontro de Maria Victória com a literatura aconteceu cedo. A secretária executiva Elizagela Pereira Soares da Silva, 32 anos, sempre leu para filha. E, quando a menina tinha dois anos, esse contato se aprofundou.

Juntando as letrinhas

Em 2008, numa visita à casa da tia Eliane, que mora em Curitiba, no Paraná, Maria Victória ganhou uma coleção de livrinhos. A irmã de Elizangela tinha conseguido os títulos por meio do programa “Leia para uma criança”, do Itaú Criança, que doa todos os anos obras infantis a quem se cadastra no site.

A menina ficou tão feliz que, quando voltou para casa, no Rio de Janeiro, pedia sempre para a mãe ler os livros para ela. Entre uma leitura na cama e outra no sofá, Maria Victória aprendeu a ler sozinha com as histórias de Os Três Porquinhos, Lobisomem e O Jogo da Parlenda. “Chegou um momento em que ela já sabia as histórias de cor”, conta Elizangela.

Livros e mais livros

Em 2011, Elizangela acessou o site do Itaú Criança para tentar solicitar outros títulos para a filha. Quando o pacote com os novos livros chegou, Victória não conseguia esconder a felicidade. Queria levá-los ainda embrulhados no papel do correio para a escola – que tinha começado a frequentar naquele ano – e ler aos colegas de classe que ainda não sabiam compreender as letras.

Sentada num cantinho da sala, Maria Victória começou a leitura e os amiguinhos se colocaram a sua volta para ouvi-la contar as histórias. Naquele dia, todas as crianças voltaram para casa pedindo a suas mães para lerem sozinhas como a colega. De acordo com a professora da menina, ela ajudou a despertar nos alunos o gosto pela leitura.

Desse momento em diante, sempre que Maria Victória recebe a visita de um coleguinha, ela logo mostra os livros que tem e pergunta: “Você quer que eu leia alguma história para você?”.

Por k. sérgio gomes

amiga do rei.

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