Todo mundo tem uma história para contar. Eu estou aqui para ouvir e encontrar o melhor caminho para mostrar ao mundo a sua.

Qual história você precisa contar?

Vamos conversar e contá-la juntos.

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Um pouco sobre mim

Houve um tempo, perdido no começo na adolescência, muito antes de ficar famoso o termo bullyng, que meus coleguinhas da escola me chamavam de Forrest Gump porque eu sempre tinha uma história para contar. O fato é que entre o vôlei, as aulas de canto, o grupo de teatro e um caderno de desenho, eu decidi ser jornalista, e me formei pela Faculdade Cásper Líbero. E hoje, depois de dez anos atuando no jornalismo, para pavor daqueles coleguinhas, coleciono mais histórias ainda.  

Já trabalhei em grandes veículos de comunicação, como Editora Abril e Grupo RBS, produzi conteúdos para marcas como Itaú, Embraer e Droga Raia. Sou pós-gradua em Gestão Cultural, pela USP, e ensaio um mestrado dentro da linha de teoria, crítica e história da arte. Já escrevi dois livros sobre figura importantes das artes brasileiras, sabia? Vem conhecer mais sobre a artista visual Regina Silveira, clicando aqui, e sobre o curador e pesquisador Walter Zanini,  aqui. Mas sou uma pessoa muito eclética.

Meu interesse amplo por qualquer coisa já me levou a fazer curso de cerâmica, aula de joalheria e até escrever um blog sobre comida. Então, não se acanhe em me pedir para contar uma história sobre estilos arquitetônicos que você encontra no estado de São Pauloo que leva as pessoas a perdoarem, sobre pastel de feira, ou como era ser o diretor de fotografia de Eduardo Coutinho. Eu com certeza vou adorar ouvir o que você tem para me dizer.

Se quiser puxar minha fixa completa, dá uma olhada no meu LinkedIn. Mas será muito melhor se pudermos conversar pessoalmente durante um café.

O que eu faço

Eu conto histórias. E há várias formas de contar uma. Pode ser com reportagens para revistasjornaisguias de turismo e livros, ou com vídeos, áudios e fotografia. Existem muitos meios e eu gosto de todos. O bom é deixar cada história encontrar o seu melhor formato. E, na web, boa partes deles pode conversar.

Eu conto histórias dentro de qualquer lugar. O ambiente corporativo também é fértil para encontrar os temais mais incríveis e personagens interessantes para produzir conteúdo institucional. Não importa o tamanho da empresa. Grande, média, pequena, projeto solo, todos têm algo para contar ao mundo.

Eu conto histórias às vezes sem usar uma palavra. Pode ser pela fotografia ou pela curadoria de assuntos e peças que já existem e precisam ser organizados de forma clara e coerente. Porém há momentos em que é preciso ir mais a fundo e pesquisar. Eu adoro mergulhar e escarafunchar um tema para trazer todas respostas que estão faltando para contar melhor o dia daquele evento especial, a vida daquela pessoa ou explicar melhor um fenômeno da natureza, do Ronaldo ou de qualquer outra área.

Qual história você precisa contar? Eu estou aqui para ajudar em todas.